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Marco Feliciano é eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos

Política – 07/03/2013 – 12:03

Ainda sob protestos e a portas fechadas, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados elegeu, na manhã desta quinta-feira (7), o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para presidir o colegiado. A vice-presidência ficará a cargo de Antônia Lúcia (PSC/AC). A votação ocorreu com 11 votos favoráveis, dos 17 membros do colegiado.

A eleição foi iniciada após a saída da sessão de deputados contrários à escolha de Feliciano, indicado pelo PSC para ocupar o cargo. O ex-presidente da comissão, deputado Domingos Dutra (PT-MA), renunciou ao cargo momentos antes da votação e se recusou a dar continuidade à sessão. “Me retiro nesse momento em nome do PT e me retiro em meio a uma ditadura que foi estabelecida aqui”, disse o deputado.

Do lado de fora, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), apoiador de Feliciano e crítico da militância LGBT, chegou a discutir com os manifestantes e foi vaiado (veja vídeo ao lado). A sessão teve início por volta das 9h15, mas público foi impedido de entrar na comissão para evitar o tumulto. Os dois acessos do corredor que dão acesso à sala onde ocorria a reunião foram bloqueados por seguranças.

A sessão desta quinta foi convocada pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) após ter sido cancelada nesta quarta devido a discursos e protestos contra a indicação de Feliciano.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, o deputado causou polêmica em 2011, quando fez declarações polêmicas em sua conta no microblog Twitter sobre africanos e homossexuais. “Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome… Etc”, escreveu o deputado na ocasião.

Nesta quinta, a sessão teve início por volta das 9h15 com os dois acessos à sala onde ocorria a reunião bloqueados para impedir a entrada de manifestantes.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, o deputado causou polêmica em 2011, quando fez declarações polêmicas em sua conta no microblog Twitter sobre africanos e homossexuais. “Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome… Etc”, escreveu o deputado na ocasião.

Desde sua indicação, na terça (5), o deputado não se manifestou na Câmara sobre os protestos contra sua escolha para comandar o colegiado. Na presidência, o deputado terá poder para colocar ou retirar de pauta projetos de lei relacionados a direitos humanos e defesa de minorias.

Seguranças da Câmara impediram acesso ao corredor que leva à sala da Comissão de Direitos Humanos, para impedir a entrada de manifestantes contrários à escolha de Marco Feliciano (PSC-SP) (Foto: Felipe Néri/G1)

 

 

Fonte: G1

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