27/02/2017 12h01
Governador espera que instabilidade se resolva até a próxima semana
Por: Gil Nei Silva da redação
A rixa política na disputa pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, entre os deputados Lídio Lopes (PEN) e Beto Pereira (PSDB), está prejudicando não só a reforma administrativa do governo estadual mas também o andamento dos trabalhos na casa de Leis.
Sem os pareceres da Comissão de Constituição e Justiça, nada pode ser votado em plenário, obrigando os parlamentares a esperar o desfecho do caso.
Contudo nem todos os parlamentares acham que os trabalhos estão sendo prejudicados por causa da CCJ. Mas as atividades poderão ficar paralisadas se o entendimento não for restabelecido. “Se não cumprirem o acordo que fizeram comigo, vai travar tudo, pois vou pedir para mudar todas as outras comissões”, ameaçou o deputado Lídio Lopes.
A alegação de Lídio ocorre porque segundo ele, por ocasião da eleição da mesa diretora da Assembleia, onde em consenso reelegeram o deputado Junior Mochi (PMDB), teria feito um acordo de cavalheiros garantindo o comando da comissão ao seu partido PEN.
Por outro lado, Beto Pereira entendeu que naquela ocasião as conversas sinalizavam que o PSDB ficaria com a presidência da CCJ.
Correndo contra o tempo, o governador Reinaldo Azambuja espera a decisão dos nobres edis para próxima semana, obrigando assim, seu representante na casa, deputado Rinaldo Modesto (PSDB) a agilizar os acertos junto aos deputados, para dar sequência em seu projeto de reforma da gestão.

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