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Jovem é preso após simular o próprio sequestro e extorquir a família

24/06/2017 11h08

Falso crime durou menos de 24 horas e foi solucionado pela polícia; ele pediu R$ 10 mil de resgate

Por: G1

Um jovem de 23 anos foi preso pela Polícia Civil após forjar o próprio sequestro e extorquir a família, em Mongaguá, no litoral de São Paulo. O sumiço durou, aproximadamente, 24 horas, e para o resgate ele pediu o pagamento de R$ 10 mil.

O desaparecimento de Gabriel Felipe do Nascimento ocorreu na terça-feira (20). Familiares procuraram o distrito policial na cidade, que encaminhou o caso para a Delegacia Antissequestro (Deas) de Santos, que iniciou as investigações.

Por meio de um telefone com prefixo da capital paulista (011), uma pessoa negociava o valor a ser pago pela família da então vítima, para que Gabriel fosse liberado. Do total exigido, a mãe dele depositou somente R$ 1.000 em uma conta bancária indicada.

Os policiais da Deas acompanharam a negociação e descobriram que o titular da conta era, na verdade, o chefe do rapaz, que trabalha em um quiosque de praia na cidade. O homem foi encontrado e afirmou desconhecer os acontecimentos.

Para a polícia, o dono do quiosque disse que Gabriel havia pedido a ele uma conta emprestada, para que uma tia, moradora de Minas Gerais, depositasse R$ 7 mil. O valor, conforme o relato, era para que ele pudesse construir uma casa na cidade.

O chefe de Gabriel explicou, ainda, que o pedido para que ele pudesse utilizar a conta ocorreu há um mês. O comerciante não desconfiou de nada e, por acreditar no funcionário, acabou informando os dados naquela ocasião, achando que poderia ajudá-lo.

Na quarta-feira (21), após o depósito bancário, Gabriel ligou para a família e informou que estava bem, que havia sido liberado e estava em São Paulo. Ao chegar a Mongaguá, ele foi abordado pelos policiais da Deas, que confirmaram as suspeitas ao interrogá-lo.

O rapaz foi preso em flagrante por extorsão, e o valor pago para o resgate foi devolvido à família dele. O chefe dele foi enquadrado como testemunha do caso. Gabriel foi encaminhado à Cadeia Pública de Peruíbe e ficou à disposição da Justiça.

Caso foi inicialmente registrado em Mongaguá, mas encaminhado à Deas de Santos, SP (Foto: G1)

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