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Indústrias devem investir 20 bi em Mato Grosso do Sul

12/05/2015 – Atualizado em 12/05/2015

Presidente da Fiems também diz que MS deve atrair novas empresas para se equilibrar em crise financeira

Por: Diário Digital

Mesmo com a situação financeira instável em Mato Grosso do Sul, há a previsão de um INVESTIMENTO de R$ 20 bilhões no setor industrial. O anuncio foi feito hoje (11) durante apresentação da programação de ações do sistema Fiems, pelo presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul, Sérgio Longen e pelo secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Jaime Verruck.

O Governo do Estado espera que com o INVESTIMENTO das indústrias, o Produto Interno Bruto (PIB) Industrial cresça no Estado. De acordo com o presidente, sobre a crise, o Estado deve criar várias frentes, uma delas a atração de novas empresas e a estabilização no número de desemprego, que este ano chega a 80 mil. 70 % deste número é da construção civil.

“Estão sendo criadas várias frentes, primeiro, com a atração de novas empresas. Esse INVESTIMENTO de 8 bilhões que foi anunciado para começarmos imediatamente já vai, por exemplo, em Três Lagoas, gerar um equilíbrio maior no número de desempregados, já que foi o município que mais demitiu este ano”, revela Longen. Longen disse, também, sobre obras em andamento do Sistema Fiems, que também irá contribuir com estabilização na economia e geração de empregos. “Vamos fazer com que a fábrica de fertilizante em Três Lagoas, volte a funcionar.

As nossas próprias obras de infraestrutura, do Sesi e Senai em Três Lagoas, tem quase 900 pessoas trabalhando, elas acabam trazendo benefício para a sociedade”, afirma. Sobre a desburocratização, Jaime disse que tem gerado custos enormes.

“A burocracia tem gerado custos enormes para as empresas e com a PL do desemprego que vai ser votada esta semana, trará mais prejuízo”. Longen também se mostrou preocupado com um projeto de lei que reduz o benefício fiscal de desoneração da folha de pagamentos concedido a 56 segmentos econômicos, o que pode gerar um prejuízo de 1,2 bilhões no setor.

O projeto tramita em regime de urgência e deve ser votado amanhã (12). Obra do Sesi em Campo Grande – Sobre a construção da unidade do Sesi em Campo Grande, Longen afirma que a Capital, poderá ficar sem a obra. “Se não aprovar o Sesi de Campo Grande este ano, vou usar o recurso para outro município.

Com essa gestão que nós temos hoje, em termos de prefeitura, nós vamos abrir mão realmente da construção, que tem um valor de cerca de R$ 35 milhões”, finaliza.

Setor tenta se equilibrar para se manter estável (Foto: Luciano Muta)

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