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Três Lagoas
domingo, 19 de abril, 2026

Identificados ladrões de joalheria em Brasilândia que morreram depois de confronto com a Força Tática

Dupla ainda foi socorrida, porém morreram após darem entrada no Hospital Auxiliadora.

Foram identificados como Gabriel Mello Alexandre, o “Gabrielzinho” ou “Marquinho” de 23 anos, e Kaillon Rauan Borges da Silva, 18 anos, os criminosos mortos após trocarem tiros com a Força Tática na BR 158 durante a manhã desta segunda-feira (23). Os criminosos voltavam de Brasilândia (MS), distante 65km de Três Lagoas, quando ao desacatarem a ordem emanada pela guarnição, dispararam contra a equipe.

O crime aconteceu após a proprietária de uma joalheria ser feita refém pelos dois meliantes, que estavam uniformizados quando cometeram o crime. Assim que realizaram o assalto, a equipe do 1° Pelotão de Brasilândia foi chamada pela vítima. Ao serem informados do fato, o comandante do pelotão acionou todos os militares da área abrangida pelo 2°BPM, comunicando da fuga dos criminosos, que estavam em uma motocicleta, sentido à Três Lagoas.

Uma guarnição da Força Tática de Três Lagoas, que estava em deslocamento à Brasilândia para fazer o cerco policial pela BR 158 se depararam com os criminosos. Em posse das características de ambos, emanaram uma ordem de parada à dupla, que não acatou e imediatamente, disparou contra a guarnição, que diante da injusta agressão para salvaguardar a vida da equipe, revidou, alvejando os indivíduos, que estavam com uma bolsa com as joias roubadas.

Após a troca de tiros, a equipe da Força Tática resgatou os criminosos que foram levados com vida até o Hospital Auxiliadora, mas morreram ao darem entrada na unidade médica e serem socorridos. Com Gabriel e Kaillon estavam uma mochila contendo joias, semijoias, relógios, quatro aparelhos celulares, uma arma de fogo tipo pistola, calibre .45 e uma arma de fogo tipo revolver.

Gabriel era natural de Água Clara (MS), e possuía um mandado de prisão em seu desfavor por tráfico de drogas, além de diversas passagens pelos crimes de Homicídio, Roubo, Furto, Porte de Arma, dentre outros. Já Kaillon era natural de Coxim (MS) e também tinha passagens por outros crimes.

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