25/11/2016 – Atualizado em 25/11/2016
Programa terá continuidade no ano que vem com alterações
Por: Marcio Ribeiro
Ocorreu na noite de ontem no CRASE-Coração de Mãe-, a formatura e graduação de 90 crianças e adolescentes.
O Primeiro Sargento Juscipaulo Fernandes é um dos instrutores do programa. “Sou oriundo da Guarda Mirim e revivo muitas emoções durante os trabalhos aqui desempenhados. São muitos os desafios, mas estamos com a sensação de dever cumprido”, disse.
Para Juscipaulo, “essa fase de aprendizado é o momento de incutir na mente das crianças o que é certo na sociedade porque o que é errado já chega naturalmente até nós”. Ele acredita que que algumas mudanças irão ocorrer para o ano que vem. “Nesta nova fase alguns formandos serão dispensados e abriremos inscrições para novos interessados. Para isso basta a família se dirigir até o CRAS do bairro e solicitar que encaminhe a ficha para o CRASE. Um dos critérios para a seleção é que a criança tenha acima de nove anos, mas algumas mudanças vão ocorrer no ano que vem”, salientou.
O Tenente Coronel José Aparecido Moraes exaltou a iniciativa. “A importância do programa é ímpar, tanto para crianças e adolescentes que são incorporados como soldados ou promovidos a cabos e sargentos, mas também para as famílias que são impactadas positivamente. Pra que outros projetos como esse sejam instalados é necessário que o Ministério Público e empresas privadas queiram fazer e coloquem pessoas capacitadas para desempenhar o trabalho”, afirmou.
Parceria
A consultora de Meio Ambiente da Fibria, Maria Tereza Borges, também participou da formatura. “Para a Fibria a segurança é um valor, então valorizamos esse programa e vamos continuar apoiando esse projeto. Mais de 200 crianças foram beneficiadas, sendo quatro turmas por três anos e o nosso apoio com a doação das fardas, material e também com o coffee break durante as formaturas vão continuar”, adiantou.
O Subtenente Coronel Élcio Almeida, da Polícia Rodoviária Estadual foi uma das autoridades que discursou na ocasião. “Esse programa quebra paradigmas porque a criança recebendo o policial em sala de aula é muito instrutivo. Além de Três Lagoas, temos um trabalho desse tipo em Campo Grande”, finalizou.

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