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Fibria mobiliza 24 escolas e 5 mil estudantes em ações para melhoria da educação no MS

05/01/2018 10h01

Ações beneficiaram os municípios de Brasilândia, Água Clara e Selvíria

Por: Assessoria de Imprensa

A Fibria contou com a participação de 24 escolas e o envolvimento de 5 mil alunos durante as ações do programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE) 2017, realizado nos municípios de Brasilândia, Água Clara e Selvíria, no Mato Grosso do Sul.

A iniciativa do Instituto Votorantim, que este ano foi desenvolvida em 53 municípios de 16 estados do Brasil, tem como objetivo contribuir para a melhoria da educação pública nos municípios com operações das empresas da Votorantim, por meio da qualificação das práticas de gestão educacional e escolar e da mobilização social das comunidades.

Dentre as estratégias do PVE, está a aplicação dos Indicadores de Qualidade na Educação (Indique) cujo propósito é analisar o ambiente escolar e identificar oportunidades de melhoria e os pontos fortes de cada escola. Essa análise é realizada pela comunidade por meio da aplicação de questionários e encontros periódicos. A partir dos dados do Indique, as cidades de Selvíria e Água Clara trabalharam ações para criar ou fortalecer os conselhos escolares. Já o município de Brasilândia estruturou uma Casa da Cultura com o intuito de torná-la referência local em história e contribuir para o fortalecimento do aprendizado. As demais escolas do município receberam a revitalização de espaços pré-definidos transformados em espaços de aprendizagem.

“O PVE é uma importante ferramenta para o aprimoramento das políticas municipais de educação por meio do fortalecimento das competências dos gestores educacionais e escolares. O engajamento da comunidade fortalece ainda mais as ações que buscam o progresso contínuo da educação nos municípios”, diz Flávia Tayama coordenadora de Sustentabilidade da Fibria em Três Lagoas (MS).

Além da aplicação dos Indicadores de Qualidade na Educação (Indique), o PVE incentivou a participação dos alunos e professores no projeto Criativos da Escola. A ação encoraja crianças e jovens a transformarem suas realidades, reconhecendo-os como protagonistas de suas próprias histórias de mudança e integra o Design for Change. Trata-se de um movimento global originado na Índia e presente em 57 países, que vem inspirando mais de 2,2 milhões de crianças e jovens ao redor do mundo a utilizarem a imaginação e o design como ferramentas para solucionar desafios de seu dia a dia.

Em Selvíria, a instituição vencedora foi a Escola Estadual Ana Maria de Souza. Alunos do 1º ano do ensino médio desenvolveram o projeto “Plantando Vidas e Colhendo Possibilidades” com o intuito de melhorar o ambiente físico do estabelecimento de ensino e despertar o senso crítico nos demais estudantes para a seguinte reflexão: “a escola que temos e a escola que queremos”. Motivados pela melhoria para o bem comum, os alunos fizeram horta, revitalizaram a jardinagem, construíram uma quadra de areia e também viabilizaram uma praça que servirá como local de lazer e socialização para a comunidade.

O projeto vencedor em Brasilândia foi o “Por um espaço acolhedor”, desenvolvido por estudantes do 8º ano da Escola Municipal Antônio Henrique Filho. Os alunos identificaram que, durante a troca de turno, os estudantes que residem na área rural ficavam ociosos ao aguardar o início das aulas. Com o intuito de proporcionar uma acolhida melhor a esses alunos e renovar a aparência física da escola, o projeto propôs a pintura de alguns locais, a criação de bibliotecas móveis feitas de caixas de madeira que podem percorrer a escola, e a revitalização de uma sala com o acréscimo de jogos lúdicos e mais livros de leitura. O resultado surpreendeu tanto os alunos da área rural quanto os demais estudantes, que aprovaram as ações de melhorias no ambiente escolar.

No município de Água Clara, a iniciativa vencedora foi o projeto “No meu bairro limpo o Aedes Aegypti não cresce” e envolveu todas as escolas do município. Para sensibilizar os estudantes e a comunidade em geral, foram apresentadas peças teatrais e palestras que demostraram os riscos e as doenças causadas pelo mosquito. Ao final, foram realizadas gincanas nas escolas para recolher materiais recicláveis depositados de forma incorreta pela cidade.

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