13/01/2018 15h46
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Por: Da Redação
Para investigar o PCC (Primeiro Comando da Capital), A DEA (Drug Enforcement Administration – agência de combate ao narcotráfico norte-americana) e o FBI (Federal Bureau of Investigation – serviço de inteligência dos Estados Unidos) se instalaram na fronteira brasileira, em parceria com a Polícia Federal e outras forças de inteligência brasileira.
A presença do PCC em outros países gerou um alerta internacional nos últimos meses devido ao envolvimento da facção com células terroristas como Hezbollah. A instalação do FBI e da DEA na fronteira visa investigar o fortalecimento deste tipo de aliança e possíveis parcerias que podem acontecer entre a facção e outros grupos criminosos.
Essas alianças facilitam que o grupo de traficantes adquira novas armas, aumentando sua capacidade bélica, se fortalecendo em caso de guerras entre facções. Em troca, o PCC seria um fornecedor das drogas que ajudam a bancar o terrorismo.
Os Estados Unidos atuam de forma mais incisiva com agentes da agência DEA, do FBI (Federal Bureau of Investigation) e do serviço antiterrorismo.
Quem são
Isso tudo teria como contribuição o fato de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC, ter pais bolivianos, de Santa Cruz de La Sierra. Marcola teria então acesso privilegiado à cocaína produzida na Bolívia, enviando-a para os Estados Unidos, para a Europa e o Oriente Médio. Algumas dessas rotas seriam controladas apenas pelo PCC e outras pelo PCC em parceria com o Hezbollah.
“Há uma presença massiva de forças antiterrorismo na região da tríplice fronteira, tanto do DEA, quanto do FBI quanto do serviço antiterrorismo pela possível ligação do financiaram do terrorismo pelo tráfico de drogas. Há a capitalização a partir do tráfico (…) Eu entendo o PCC como um grupo de terrorismo. A morte dos agentes penitenciários em Cascavel foi para desestabilizar as estruturas do Estado. Quem faz isso é uma organização terrorista que precisa ser combatida”, declarou, com exclusividade ao Jornal O Paraná, o delegado-chefe da Delegacia da Polícia Federal em Cascavel, Marco Smith. Que avisa: “O PCC é uma empresa multinacional do crime”.
Por O Paraná



