07/06/2016 – Atualizado em 07/06/2016
Lucas Gustavo/ Ana Carolina Kozara
Além das enormes filas registradas todos os dias, falta até papel higiênico na Casa do Trabalhador de Três Lagoas. O órgão, mantido pela prefeitura e governo federal, funciona como uma espécie de ‘’balcão de empregos’’. Existe apenas um banheiro no local para atender mulheres e homens. O público feminino, principalmente, se diz constrangido com a situação.
Conforme apurado pela Rádio Caçula, o sanitário também não dispõe de sabonete nem toalha para os usuários.
Nesta terça-feira (7), a Casa do Trabalhador anunciou 32 vagas abertas.
Apesar das ofertas de serviços, o sistema que faz o cadastro dos moradores estava fora do ar e sem previsão de restabelecimento. Pelo menos foi o que informou a coordenadora do órgão, Fátima Montanha.
Mesmo com o tempo frio, cerca de 500 pessoas aguardavam atendimento no local. Como o prédio não tem suporte para abrigar a todos, a maior parte do público precisou aguardar, em pé, do lado de fora. O fato gerou grande tumulto na rua e calçadas. Além disso, muitos daqueles que lutavam por uma oportunidade de emprego ficaram expostos à chuva.

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