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‘Ele bateu muito nela’, diz avô de jovem morta espancada por namorado

11/03/2017 10h11

Segundo a polícia, suspeito contou que deu socos e bateu nela com rodo.Ele saiu para trabalhar em Rio Preto e, quando voltou, ela estava morta.

Por: G1

A família da jovem Evelyn Janaína Cordeiro de Oliveira de 17 anos, morta após ser agredida pelo namorado, ainda tenta entender o que aconteceu com a menina, já que ela nunca tinha relatado agressões do suspeito. O namorado dela, um eletricista de 21 anos, foi preso na quinta-feira (9), em São José do Rio Preto (SP), após confessar ter espancado a namorada.

“Estou transtornado, chocado com tudo isso. Meu desejo não é ele está na cadeia, mas na rua. Mais de um mês eles estavam morando juntos. Ele bateu muito nela, estava machucada e deve ter passado até fome, porque estava só pele e osso”, afirma o avô João Vicente Cornélio.
Segundo a polícia, na manhã de quinta-feira, os dois teriam brigado e ele a agrediu, com um rodo. As agressões já tinham acontecido também na noite anterior. José Emídio Pereira Júnior disse à polícia que também deu socos no rosto e na barriga dela.

O suspeito disse à polícia que saiu para trabalhar e deixou a namorada viva, mas quando voltou do trabalho, no final da tarde, a encontrou já sem vida. O próprio agressor foi quem acionou a Polícia Militar.

O crime foi na casa onde o casal estava morando há pouco mais de um mês, no bairro Zé Menino, zona norte da cidade. Durante o velório da jovem, nesta sexta-feira (10) parentes contaram que o casal se conhecia há quatro anos e que Evelyn nunca reclamou de agressões, mas todos estranharam o comportamento dela depois que foi morar com ele.

“Não aguento isso, ela era tudo pra mim, não sei como esse psicopata poderia fazer isso com ela, ela era o tesouro da casa, era uma pessoa honesta, trabalhadora, queria o bem de todos, acontece uma tragédia dessas, muito difícil, tem uma irmã pequena de 10 anos”, afirma Thaina Cornélio de Araújo, prima da vítima.

‘Ele bateu muito nela’, diz avô de jovem morta espancada por namorado

Segundo a polícia, suspeito contou que deu socos e bateu nela com rodo.

Ele saiu para trabalhar em Rio Preto e, quando voltou, ela estava morta.

A família da jovem Evelyn Janaína Cordeiro de Oliveira de 17 anos, morta após ser agredida pelo namorado, ainda tenta entender o que aconteceu com a menina, já que ela nunca tinha relatado agressões do suspeito. O namorado dela, um eletricista de 21 anos, foi preso na quinta-feira (9), em São José do Rio Preto (SP), após confessar ter espancado a namorada.

“Estou transtornado, chocado com tudo isso. Meu desejo não é ele está na cadeia, mas na rua. Mais de um mês eles estavam morando juntos. Ele bateu muito nela, estava machucada e deve ter passado até fome, porque estava só pele e osso”, afirma o avô João Vicente Cornélio.

Segundo a polícia, na manhã de quinta-feira, os dois teriam brigado e ele a agrediu, com um rodo. As agressões já tinham acontecido também na noite anterior. José Emídio Pereira Júnior disse à polícia que também deu socos no rosto e na barriga dela.

O suspeito disse à polícia que saiu para trabalhar e deixou a namorada viva, mas quando voltou do trabalho, no final da tarde, a encontrou já sem vida. O próprio agressor foi quem acionou a Polícia Militar.

O crime foi na casa onde o casal estava morando há pouco mais de um mês, no bairro Zé Menino, zona norte da cidade. Durante o velório da jovem, nesta sexta-feira (10) parentes contaram que o casal se conhecia há quatro anos e que Evelyn nunca reclamou de agressões, mas todos estranharam o comportamento dela depois que foi morar com ele.

“Não aguento isso, ela era tudo pra mim, não sei como esse psicopata poderia fazer isso com ela, ela era o tesouro da casa, era uma pessoa honesta, trabalhadora, queria o bem de todos, acontece uma tragédia dessas, muito difícil, tem uma irmã pequena de 10 anos”, afirma Thaina Cornélio de Araújo, prima da vítima.

O eletricista está preso na Central de Flagrantes de Rio Preto. Segundo a polícia, ele deve responder por feminicídio – que é o homicídio qualificado contra mulheres. Se condenado, pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.

“O crime teve a reposta rápida da polícia, o rapaz foi preso. A vítima não comunicou a polícia, ela já vinha sendo agredida há alguns dias, todo dia apanhava um pouco, mas ela não procurou a polícia e continuou na residência com a pessoa”, afirma a delegada Margarete Franco.

Evelyn Janaína Cordeiro de Oliveira tinha 17 anos(Foto: Arquivo Pessoal)

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