Mandatos foram cumpridos na manhã de terça-feira (11) em Três Lagoas.
TRÊS LAGOAS (MS) – Dando prosseguimento as investigações sobre a morte de Francisco Guitemberg Vieira Pinto, executado com 17 disparos de arma de fogo enquanto esperava o ônibus de sua empresa em 21 de dezembro do ano passado, a Polícia Civil, através do Setor de Investigações Gerais (SIG) e o 1° DP, realizaram o cumprimento de dois mandados de busca e prisão temporária contra dois suspeitos nos bairros Bela Vista e Guanabara.
As diligências foram realizadas após as investigações apontarem para mais duas pessoas que estariam envolvidas na execução, que teriam fornecido e ocultado a pistola utilizada no crime. O primeiro mandado foi cumprido na Rua Goiás, no Bela Vista onde um homem de 28 anos, que segundo as apurações, poderia ter cedido a arma para uma mulher que já se encontrava presa pelo valor de R$ 1.200,00, sendo que durante as buscas, foi constatado que também estaria em situação de flagrante pela prática do crime de estelionato por fraude em um medidor de energia e por maus tratos a um papagaio, animal silvestre em extinção, sendo acionada a Polícia Militar Ambiental (PMA) para as devidas providências.
Já a segunda diligência ocorreu em um assentamento, nos fundos do bairro Jardim Guanabara, em um local conhecido como “Invasão”, onde uma mulher de 45 anos, onde as investigações mostraram que teria escondido a arma usada para que a Polícia não a localizasse, e também ajudado a intermediar as negociações do aluguel da pistola. A mesma já tinha sido intimada para prestar depoimento na data anterior às buscas, escondendo as informações que poderiam ajudar a esclarecer o homicídio.
A arma de fogo usada na morte não foi localizada, devido ao temor dos investigados serem alcançados e presos pela Polícia.
Já foram identificados 7 pessoas que tiveram participação no crime, sendo 6 presas, faltando somente o assassino, que está foragido da justiça.
Denúncias podem ser feitas através dos números (67) 3929-1173, (67) 3521-4984 ou (67) 9 9226-8210 (WhatsApp). O denunciante será mantido em sigilo.




