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Cultura apoia lançamento dos livros “Pã-Che Tetã” e “Mitay do Pantanal”

14/08/2014 – Atualizado em 14/08/2014

O evento cultural para lançamento dos livros será dia 21 de agosto, às 19h, na Biblioteca Municipal Rosário Congro

Por: Assessoria

O Departamento Municipal de Cultura convida a todos para o lançamento dos livros “Mitay do Pantanal”, de autoria de Nelson Vieira e “Pã-Che Tetã”, de autoria de Delasnieve Daspet, no dia 21 de agosto, às 19h, na Biblioteca Municipal Rosário Congro, Rua Alexandre Costa, nº 1509.

SARAU LÍTERO-CULTURAL

Na ocasião o público também poderá prestigiar a seguinte programação artístico-cultural:

  • Abertura: cantor e violonista, José Bernardes, de Campo Grande;

  • Apresentação dos autores;

  • Apresentação do poema ETERNO, de Delasnieve Daspet, coreografado pela dançarina Cigana Luna;

  • Apresentação do poema Lamento Cigano, de Delasnieve Daspet – com acompanhamento voz e violão por Nuno Baes;

    • Apresentação do poema PAZ, de Delasnieve Daspet, coreografado pela dançarina NEGARIJ;

    • Leitura de poemas;

    • Dança árabe, bailarina Negarij;

    • Leitura de poesia com poetas locais;

    • Folclore Gaúcho – Grupo Mar de Xaraés – com Teddy Turatti e Grupo;

    • Dança Cigana, bailarina Cigana Luna, Presidente da Associação dos Ciganos de MS;

    • Encerramento – Show de NUNO BAES, violonista e cantor internacional.

OS AUTORES

PÃ-CHE TETÃ

Livro de Delasnieve Daspet contém a reunião de algumas de suas poesias e é totalmente ilustrado por fotos do estado de Mato Grosso do Sul, cedidas pelos fotógrafos Aurora Vilalba, José Julio Gonçalves, Mota Junior, Rico, Bolivar Porto.

A natureza é o grande ator de que se vale a autora para clamar contra a destruição, porta-voz da resistência representada pelo milagre das flores brotadas das cinzas geradoras.

Pã-Che Tetã teve seu lançamento internacional no dia 12 de março p.p., no Brazilian Endowment for the Arts, Manhattan, como parte da agenda que o Governo de Mato Grosso do Sul em Nova Iorque (EUA), – “MS Visto Pelo Mundo”.

Delasnieve Miranda Daspet de Souza é sul-mato-grossense de Porto Murtinho, onde nasceu e cresceu em meio a exuberante natureza que é o Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil, residindo em Campo Grande.

Casada, tem dois filhos. É poeta. Ativista da Biopoesia. Cronista, ensaísta, palestrante, professora, educadora, faz trabalho social com menores carentes, pertence e representa várias associações e academias literárias e culturais nacionais e internacionais. Com trabalhos literários premiados nacional e internacionalmente, publicados em vários países. Possui sete livros solos: Por um minuto ou para sempre; Em Preto e Branco; Pazeando; De Liberté em Liberté e Von Frehheit zu Freiheit, Cantares e Pã-Che Tetã. Participou em mais de duzentas coletâneas, nacionais e internacionais.

“MITAY DO PANTANAL”

A narrativa de Nelson, em linguagem simples, de forma didática e sem rodeios, conta a trajetória do personagem Mitay, desde a infância até a idade adulta. A história de Mitay, José e Maria é um pretexto para o autor enaltecer a vida familiar e as paisagens pantaneiras, bem como resgatar hábitos, costumes e tradições do lugar, uma vez que as descrições detalhadas de certas cenas, que expressam o carinho com os animais domesticados e com as plantas, são reiteradas em várias partes do texto.

O autor não se esquece de narrar a educação esmerada que os pais faziam questão de dar ao filho, o processo de alfabetização a cargo, geralmente, dos pais. A preocupação com a continuidade dos estudos, a preservação dos laços familiares e tantos outros modos de viver tradicionais, que ainda procuram resistir, nos pantanais, assediados pela pós-modernidade.

Além disso, faz alusões à música, às danças, à ambiência das festas tradicionais, representadas, no conto, pela festa de São João. Não falta, também, a referência aos “causos”, aos peões violeiros, ao hábito dos filhos pedirem a bênção dos pais, ao levantarem-se, pela manhã, e, à noite, ao se deitarem. A alimentação reforçada dos peões, pela manhã, chamada também de quebra-torto, a matula, que carregam, quando o trabalho com o gado é demorado, não escapam da observação atenta do narrador. Enfim, é preciso ler o conto para entender a mensagem do autor.

Nelson Vieira, natural de Porto Alegre/RS, reside em Campo Grande, funcionário público federal, graduado em Gerência de Marketing pela UNIDERP; membro da Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul; Tesoureiro da Associação Internacional de Poetas membro do Fórum Estadual de Cultura de Mato Grosso do Sul; Conselheiro-Suplente de Cultura/MS, Membro Correspondente da Academia Castro Alves – Porto Alegre/RS; Colunista do jornal O Estado de Mato Grosso do Sul e de vários sites; Autor do livro de crônicas: Cotidiano (em segunda edição) e do livro Frutos de Percepções.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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