Homem de 28 anos é preso em flagrante após agredir companheira na frente do filho de 5 anos e destruir objetos dentro de residência no Jardim Flamboyant
Uma noite que deveria ser comum terminou em cenas de violência doméstica, agressões físicas e destruição dentro de um condomínio em Três Lagoas na última sexta-feira, 12. Um homem de 28 anos foi preso em flagrante após atacar a própria companheira, de 23 anos, durante uma crise de ciúmes registrada no bairro Jardim Flamboyant.
De acordo com informações apuradas, a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência em um condomínio particular, onde a vítima denunciou ter sido agredida fisicamente pelo namorado, que também teria destruído diversos objetos dentro da residência.
Segundo relato da mulher aos policiais, o casal mantém relacionamento há cerca de cinco meses. Na noite do ocorrido, o homem estaria em um clube com amigos, assistindo ao jogo da seleção brasileira e consumindo bebida alcoólica, enquanto ela permanecia em casa.
Ainda conforme a vítima, em determinado momento ele começou a enviar mensagens demonstrando ciúmes excessivos e avisando que iria até a residência buscar seus pertences. Ao chegar no local, o suspeito já apresentava comportamento alterado, nervosismo e sinais aparentes de embriaguez.
A situação saiu do controle quando, após uma discussão, o homem partiu para a agressão física. Conforme o boletim policial, ele puxou a vítima pelos cabelos, apertou seus braços e a arremessou ao chão. Além das agressões, o suspeito também destruiu vários objetos da residência, entre eles um ventilador, um narguilé e o aparelho celular da mulher.
Um detalhe que agravou ainda mais a ocorrência foi o fato de toda a violência ter acontecido diante do filho da vítima, uma criança de apenas cinco anos de idade, que presenciou a cena.
A mulher informou às autoridades que deseja representar criminalmente contra o agressor. O homem foi detido pela Polícia Militar no local, sem necessidade do uso de algemas, e encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), onde permaneceu à disposição da Justiça. O caso foi registrado como violência doméstica, vias de fato e dano no contexto da Lei Maria da Penha.


