Geral – 20/05/2012 – 08:05
José Antonio Bazan Gonçalves, morador da rua D. Aquino, 350 no bairro Santa Luzia está revoltado com o atendimento por parte da Unimed, e procurou a Rádio Caçula para contar sua história. Sua filha de apenas um ano e meio com suspeita de uma virose deixou de ser atendida numa unidade hospitalar conveniada da Unimed.
Segundo José Antonio, antes de se dirigir ao hospital ligou para o médico, perguntando se poderia levar a sua filha, pois a mesma apresentava sintomas de que estava com alguma “virose” o que só poderia se diagnosticado pelo médico.
De pronto foi instruido que poderia se dirigir ao Hospital da Unimde e que seria atendido assim que chegasse. Para a sua surpresa ao chegar a atendente, a qual ele não sabe o nome mas que sabe que ela já trabalha há muito tempo naquela unidade de saúde (segundo ela há mais de dez anos) disse que a menina não poderia ser atendida pelo plano da Unimed já que havia se esgotado a cota de três atendimentos.
José Antonio disse a atendente que havia falado com o pediatra, sendo tratado nesse momento segundo ele, tratado de forma bastante grosseira e mal educada não o deixando falar com o médico. Mesmo assim, José Antonio Bazan, aguardou no saguão a saída do médico e não foi atendido.
José Antonio indignado quer saber a razão da falta de atendimento em uma situação crítica alegando que em outros municípios o atendimento nesse caso é imediato.
Fonte: Redação


