29.9 C
Três Lagoas
domingo, 28 de junho, 2026

Chinês quer salvar Hong Kong do estresse com clubes da gargalhada

Internacional – 03/02/2013 – 09:02

Dick Yu quer ajudar a aliviar o estresse que domina Hong Kong, uma das cidades mais populosas do mundo e um grande centro financeiro global, de uma maneira bem engraçada: criando diversos clubes da gargalhada para ensinar os sete milhões de habitantes da ilha que pertence à China a rir muito e aliviar as tensões.

Apesar da formação em hipnose, Yu escolheu um método indiano chamado “yoga da gargalhada” para cumprir sua missão. Após ter contato com o método em Taiwan, o nosso mestre do riso abriu o primeiro clube da gargalhada de Hong Kong em 2007. Atualmente, a cidade já conta com 11 filiais.

Mas Yu quer muito mais. Sua intenção é que o clube da gargalhada seja como uma loja de conveniência, que exista em cada bairro e esteja disponível para qualquer pessoa que queira relaxar e rir um pouco.

O melhor de tudo? Participar do clube não custa nada. Mas se você quiser pagar, Yu aceita receber em sorrisos.

Esse vídeo da AFP conta a história toda. Se você terminá-lo e não rir, o Editor do UOL Tabloide te pagará um prêmio de um milhão. De risadas.

Fonte: Uol Notícias

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Chegou a hora da verdade: Brasil enfrenta o Japão em duelo eliminatório

A Seleção Brasileira volta a campo nesta segunda-feira (29) para iniciar sua caminhada no mata-mata da Copa do Mundo de 2026. Após terminar a...

Carcará embala: Misto derrota o Aquidauanense por 2 a 0 e chega à liderança

O Misto Esporte Clube conquistou mais uma importante vitória na Série B do Campeonato Sul-Mato-Grossense. Jogando diante da torcida no Estádio Madrugadão, em Três...

Briga familiar termina em suspeito preso após agressão no Jardim das Paineiras

Discussão envolvendo responsabilidades com uma criança acabou saíndo do controle e homem de 42 anos foi detido após mulheres de 45 e 26 anos denunciarem agressões físicas