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Calmon afirma que juiz não deixou caso Cachoeira “por covardia”

Geral – 20/06/2012 – 17:06

A corregedora-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Eliana Calmon, declarou nesta quarta-feira, dia 20, que seria “um ato de desumanidade” manter o juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, da 11ª Vara Federal em Goiânia, à frente do processo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, depois de o magistrado pedir afastamento devido às ameaças que diz ter sofrido.

“Ele [Moreira Lima] não sai por covardia ou medo, mas porque cansou dessa notoriedade. Juiz se sente muito agredido quando tem esse nível de exposição”, afirmou.

Calmon se reuniu hoje com o juiz na sede do CNJ, em Brasília, onde Lima relatou que se sentia “extenuado” após 16 meses à frente do caso.

“O juiz deu as razões, disse que se sentia cansado, extenuado, e que gostaria de sair. No nosso entendimento, deixá-lo depois que ele disse que está cansado seria um ato de desumanidade”, ressaltou.

Fonte: PopNews

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