10/12/2013 – Atualizado em 10/12/2013
A água tomou conta de boa parte dos corredores do complexo
Por: Celso Daniel
Uma grande correria para salvar produtos da força da água aconteceu hoje no shopping popular em Três Lagoas.
Uma forte e rápida chuva caiu por volta das 12:00hs na região e foi suficiente para alagar várias ruas e residências na cidade.
No shopping popular não foi diferente, uma grande correria, rodos e panos e muita revolta por parte dos comerciantes que tiveram suas mercadorias, se não todas, parcialmente molhadas pela água que corria entre os box´s.
A água desceu tão forte pelas frestas entre a estrutura do teto com a parede que lembrou uma cachoeira, alagando muito três corredores do local. Em alguns lugares a água escorreu pelo teto molhando tudo que estava no box.
Muitos comerciantes tiveram suas mercadorias encharcadas tendo enorme prejuízo. Enquanto alguns com rodos e panos tentavam escoar a água, outros comerciantes, na tentativa de salvar os produtos, tiravam as mercadorias às pressas para um local seco e seguro.
Revoltados eles reclamaram dizendo que a direção, através de uma fiscal já teria sido avisada do problema com antecedência, portanto, tendo tempo assim, de ter feito algo para evitar ou pelo menos amenizar o prejuízo dos comerciantes antes de uma chuva dessas ter caído na cidade.
Em prantos uma mulher tirava suas mercadorias, temendo ter perdido tudo por causa da água. Alguns, naquela corre corre acabaram se molhando por inteiro.
Funcionários, com rodo nas mãos, além de puxar a água do box ainda ajudavam um ao outro para escoar a água dos corredores o mais rápido possível, tentando evitar que outra pancada de chuva chegasse e aumentasse ainda mais o problema.
Enquanto nossa equipe de reportagem estava no local, a pessoa responsável pela diretoria do shopping popular, de nome Sandra chegou, mas não gravou entrevista dizendo que primeiramente ficaria a par do problema. Alguns comerciantes relataram a ela que já tinham feito a reclamação sobre o problema de calhas entupidas no complexo, mas nenhuma providência teria sido tomada ainda.
Os comerciantes ainda falavam temerosos de que durante a noite uma chuva parecida como essa possa cair, e não haverá ninguém por ali para salvar as mercadorias.
Em voz de repúdio, diziam que foram tiradas das ruas e abandonadas ali sem uma infra-estrutura adequada para que pudessem trabalhar.

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