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sexta-feira, 26 de junho, 2026

Assassino de policial aposentado em 2013 é morto depois de confronto com a Força Tática

Indivíduo reagiu a abordagem, chegando a apontar um revólver para a equipe. Ele chegou a ser socorrido, porém morreu ao dar entrada no Hospital Auxiliadora.

João Carlos Olegário da Silva, conhecido como “AK”, morreu na manhã desta terça-feira, 06, após confronto com a Força Tática na região do bairro São Carlos, em Três Lagoas. Ele é um dos responsáveis, em 2013, do assassinato do policial militar aposentado Otácilio de Oliveira.

Após denúncias de que um homem de cútis parda, com blusa vermelha e short estaria andando armado com um revólver nas proximidades de um posto de combustíveis, na Av. Clodoaldo Garcia, o grupo de elite do 2º BPM rapidamente diligenciou pela região para averiguação do caso. Em rondas, um indivíduo, com as mesmas características apontadas, foi visualizado pela guarnição, onde com a aproximação da viatura, o mesmo ficou alterado com a presença policial.

Após o desembarque da equipe da viatura, com o propósito de averiguar a referida situação e abordar o suspeito, o mesmo sacou um revólver de sua cintura e apontou em direção dos policiais, com a clara intenção de atentar contra a vida dos militares, sendo necessário a rápida intervenção para sanar o risco iminente contra a equipe tática. O criminoso, nesse momento, foi alvejado e desarmado imediatamente.

Em continuidade, o indivíduo foi socorrido ao Hospital Auxiliadora pela própria guarnição, porém, minutos após dar entrada no Pronto Socorro, foi constatado de que já estava em óbito. Ainda na unidade, foi constatado de que a vítima se tratava de João Carlos.

João Carlos, ou “AK”, “Coruja” ou “Sensação”, foi preso em Presidente Prudente (SP) em 2013 por participação no assassinato do policial aposentado Otacílio de Oliveira, 60 anos em Três Lagoas. Na época, confessou ter participado do crime junto de mais três comparsas, afirmando que usou um revólver calibre 38 no assassinato.

Otacílio foi assassinado quando chegava em sua casa no Osmar Dutra, pilotando uma moto que utilizava para o trabalho como mototaxista. Ele foi abordado por vários bandidos e alvejado por dois tiros nas pernas e dois no abdômen, morrendo instantaneamente. João Carlos foi julgado em 2018 e condenado à 34 anos de prisão.

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