Policial – 22/09/2012 – 10:09
A Agência Local de Inteligência (ALL) prendeu na tarde desta sexta-feira (21) o principal suspeito de ter cometido o homicídio contra o aposentado do Exército Brasileiro, Nelson Pereira de 74 anos, morto com 5 facadas. O crime ocorreu por volta das 18h40min da última quinta-feira (20) na residência da vítima, localizada na Rua Moeda no bairro Jardim Itamarati em Três Lagoas.
Segundo informações da polícia, às 13h30min desta sexta-feira, a ALL recebeu uma denúncia informando que o cunhado do suspeito, de 26anos, que trabalha em uma revenda de veículos na Avenida Ranulpho Marques Leal no bairro Jardim Alvorada, teria levado o autor do crime para uma fazenda, distante 60 km de Três Lagoas, na região do Distrito de Garcia, às margens da BR-262.
Às 16h, os militares chegaram ao local e após realizarem um cerco na sede da propriedade, localizou e prendeu o suspeito que estava na sala da casa. No momento da prisão, o acusado do homicídio, Cristiano Marian de 25 anos não reagiu à prisão e logo confessou o crime.
VERSÃO DO SUSPEITO
Na Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas, Marian em seu depoimento ao delegado, Dr. Alessandro Capobianco, revelou que matou o aposentado após ter tido uma discussão referente ao imóvel onde morava, pois ele – acusado – teria que pagar de imediato o aluguel de R$ 350,00 e desocupar a casa até o dia 10 de Outubro deste ano, pois o aposentado havia vendido o imóvel a uma pessoa, o que contradiz a informação inicial lançada na ocorrência policial no dia do fato.
Segundo ainda o depoimento, após eles – locatária e locador discutirem – Marian entrou para sua residência, foi quando a vítima continuou a discussão com sua amásia de 30 anos referente o recebimento do aluguel.
Enfurecido, o suspeito se apossou de uma faca e desferiu os golpes contra a vítima fugindo em seguida. Marian que já possui passagem policial por porte ilegal de arma de fogo, disse estar arrependido do crime.
O jovem foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e se condenado for, poderá cumprir pena de 12 há 30 anos de reclusão.
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Fonte: Redação


