26.9 C
Três Lagoas
terça-feira, 7 de abril, 2026

Anvisa proíbe anel que permite medir glicose sem picada de agulha

Segundo a agência, nenhum dos produtos tem eficácia comprovada

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de alguns medidores de glicose sem o uso de agulha. Os produtos prometem, sem nenhuma base científica, medir os níveis de glicose, de oxigênio e atividade cardíaca por meio de um anel, sem precisar furar o dedo para retirar o sangue.

A medida proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação, propaganda e o uso dos seguintes produtos: Anel para Acupressão Glucomax; Glicomax, Glucomax e Glucomax Pro.

De acordo com a Anvisa, nenhum dos produtos tem eficácia comprovada e nem registro sanitário na agência. Eles estão sendo anunciados e colocados à venda em diversos sites de compras online e nas redes sociais como Instagram, Facebook e Tik Tok. Além disso, os anúncios utilizam imagens de pessoas famosas para enganar os consumidores.

Orientações

Produtos sem registro ou regularização não oferecem garantia de qualidade, segurança e eficácia, representando sérios riscos à saúde e por isso não devem ser utilizados. Denúncias sobre produtos irregulares devem ser feitas à Anvisa, por meio da Ouvidoria ou pela Central de Atendimento (0800 642 9782).

Fonte: Agência Brasil

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Casa do Trabalhador oferece mais de 90 vagas para Três Lagoas nesta terça

Vagas podem ser preenchidas sem aviso prévio. Interessados devem comparecer na Casa do Trabalhador para cadastro com RG, CPF e Carteira de Trabalho

Pollon destina R$ 1,592 milhão para Amambai, fortalecendo saúde e assistência social

O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) segue ampliando sua atuação nos municípios de Mato Grosso do Sul. Em Amambai, o parlamentar destinou R$ 1.592.992,00...

Criança fica gravemente ferida após ataque de pitbull em Brasilândia

Menina de 9 anos sofreu lacerações, fraturas e foi transferida para hospital em Três Lagoas