10/06/2013 – Atualizado em 10/06/2013
Por: Folha da Região
Andradina é a primeira cidade da região a registrar morte provocada pela gripe A H1N1 no ano de 2013.
A Secretaria de Estado da Saúde não confirmou se esse é também o primeiro óbito nos 40 municípios desde a chegada do vírus da influenza no país, em 2009.
A vítima era uma idosa de 62 anos que faleceu em Andradina no dia 25 de maio.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a mulher, que não tinha outros problemas de saúde, apresentou sintomas como febre, tosse, falta de ar e dor no corpo no dia 16 de maio. Quatro dias depois ela foi internada na Santa Casa de Andradina e morreu no dia 25, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
LUIZIÂNIA
Outra morte suspeita por gripe A H1N1 está sendo investigada na cidade de Luiziânia. Um jovem de 22 anos apresentou pneumonia e morreu no pronto-socorro da Santa Casa de Penápolis, na tarde de quinta-feira. Segundo o prefeito de Luiziânia, Rogélio Cervigne Barreto (PV), serão encaminhados materiais para exames no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.
“Ele chegou a passar pelo hospital daqui, mas foi encaminhado para Penápolis, onde teve parada cardíaca. Ele já tinha problemas no coração”, disse. Barreto ressalta que a gripe não foi descartada e quer saber o resultado dos exames para tomar as providências necessárias a fim de evitar casos da doença no município. Se confirmado, esse será o primeiro caso da doença no município.
Por causa da gripe A H1N1, igreja veta os apertos de mãos e abraços
Contra o avanço da gripe A H1N1 na região, a Diocese de Araçatuba vetou a oração do pai-nosso de mãos dadas, a saudação do “abraço da paz” e a hóstia entregue diretamente na boca dos fiéis. O anúncio foi feito na quinta-feira (6) à tarde pelo bispo Dom Sérgio Krzywy e está valendo, por tempo indeterminado, para todas as missas e celebrações realizadas nas 32 paróquias da Diocese.
Na região, apenas Andradina registrou casos positivos de H1N1 este ano, com três pacientes contaminados. Outras 19 pessoas estão com suspeita da doença na cidade e aguardam resultados dos exames. Para o bispo, no entanto, a decisão da Igreja Católica vem ao encontro com a necessidade da prevenção da doença e a preocupação com a saúde pública.
“É uma orientação serena para evitar uma situação de pânico. Além do mais, serve de alerta para as pessoas também tomarem cuidados em suas casas ou outros ambientes.” A decisão da Diocese foi definida na tarde da última terça-feira, durante reunião do Conselho de Presbíteros, composta por Dom Sérgio e outros 12 padres. São eles, inclusive, os responsáveis pela divulgação das orientações para os demais párocos.



