15.8 C
Três Lagoas
domingo, 31 de maio, 2026

Ambulantes oferecem itens variados nas praias brasileiras; até com cachorros “garçons”

Durante o verão, com o calor que passa facilmente dos 40°, nada melhor do que curtir uma praia. No Rio de Janeiro, por exemplo, a comodidade é completa, graças ao trabalho dos barraqueiros e ambulantes que oferecem os mais variados itens: de aluguel de cadeiras e guarda-sóis, à venda de artigos como filtro solar, cangas, bebidas e comidas.

Há sete anos, Henrique Guimarães, mais conhecido como Menor, é dono da barraca “Menor e Willy” em Ipanema. Além de alugar cadeiras e sombrinhas, o espaço vende coco gelado e outras bebidas. E ele conta com uma ajuda especial para isso: os garçons peludos Som e DJ – dois cachorros que levam as cadeiras para os clientes.

Henrique conta que os bichinhos eram de um funcionário, João, que morreu recentemente e acabaram serem adotados por todos que trabalham na barraca. Ele diz ainda que o trabalho é pesado, mas o clima praiano compensa com pessoas rindo, conversando e praticando esportes como o surf.

“O que eu mais gosto é o sol, os clientes, trabalhar o dia todo, tomar um banho… a dor é acordar cinco da manhã, carregar tudo pra cá e depois ter que levar tudo de novo, porque não pode deixar nada na areia”, conta.

Outro trabalhador das praias cariocas é Marcelo Fallero, que junto com seu pai Milton e sua mãe Glória, tocam a barraca Uruguay 80, também em Ipanema. Ele veio do país vizinho aos 9 anos de idade e classifica o trabalho na praia como desgastante, mas gostoso.

“O maior desafio hoje em dia é montar e desmontar barraca. O mais chato é quando entra um vento de sudoeste repentino e uma frente fria, o que estraga a praia”.

Milton Fallero, pai de Marcelo, também é uruguaio, radicado no Brasil há mais de 40 anos. Ele era líder sindical no paisito, como os uruguaios carinhosamente chamam o seu país e se mudou para o Brasil para fugir da perseguição política durante a ditadura militar uruguaia. Em 1982, montou uma barraca para vender choripan, o sanduíche típico com carne de churrasco e molho. Ele se diz grato pelo acolhimento carioca.

Glória Fallero, esposa de Milton e mãe de Marcelo, é quem prepara os choripans. Eles vendem até 150 sanduíches por dia. E pra quem não pode degustar presencialmente, Glória não se importa em revelar os ingredientes do molho tão famoso: cebola, salsa, pimentão, ervas secas.

Segundo a Secretaria Municipal de Ordem Pública, cerca de onze mil ambulantes estão registrados na prefeitura do Rio de Janeiro. Desse total, 550 trabalham na praia como ambulantes a tiracolo e cerca de 1.200 têm pontos fixos na orla, como as barracas.

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Hospital administrado pelo Instituto Acqua em Três Lagoas está entre os 10 melhores do Brasil

Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas foi reconhecido em premiação nacional da saúde pública a partir da avaliação de usuários, sendo o único hospital de Mato Grosso do Sul e do Centro-Oeste entre os premiados.

Riedel destaca crescimento industrial e ambiente favorável para novos investimentos em MS

Durante Fórum Empresarial da CNI, governador afirmou que Mato Grosso do Sul vive ciclo de expansão econômica impulsionado pela agroindústria, geração de empregos e qualificação profissional

Governo inicia preparação das comemorações pelos 50 anos de Mato Grosso do Sul

Grupo de trabalho coordenado por Athayde Nery irá organizar programação participativa para celebrar a história, a cultura e a identidade sul-mato-grossense