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Alunos criam robôs e vibram em partidas de futebol

Educação – 16/11/2012 – 15:11

Os estudantes do Ensino Médio do SESI-SP estão participando de um campeonato de futebol um pouco diferente das habituais partidas conhecidas no dia a dia do esporte brasileiro. Oito times, com três integrantes cada, disputam entre si partidas com dois tempos de cinco minutos de duração. Cada time construiu dois robôs autônomos, um goleiro e outro atacante, utilizando apenas kits de tecnologia peças de montar.

O diferencial desta competição, em relação às demais que acontecem simultaneamente à Olimpíada do Conhecimento, é que no Torneio de Robótica WRO Gen II, os alunos precisaram desenvolver um robô que toma decisões sozinho diante das ações e reações dos adversários.

A palavra-chave da competição é “tempo de resposta”. Quanto mais ágil o robô for, em responder às reações que lhe forem apresentadas, maior a chance de conseguir atingir o alvo que, neste caso, é o gol do adversário. O equipamento é guiado por um sensor que, como uma bússola, indica o caminho que é preciso percorrer. 

Enquanto os jovens se dedicam ao futebol robotizado, em casa, os pais nem sempre compreendem esta nova modalidade do esporte. A turma do SESI-SP de Votuporanga está empolgada e vibra ao falar sobre este novo jeito de jogar futebol.  

“O robô é feito do jeito que você quer um jogador de futebol. Aqui, nós somos técnicos, torcedores e programadores”, contou Bruno Henrique Arantes, de 14 anos. “Existe um carinho muito grande, nos apegamos ao robô, torcemos muito por ele”, completa Geovana Lino Chagas, de 16 anos. 

Mas, para ir tão longe é preciso empenho do grupo. O robô que vai ao campo tem que ter menos de um quilo e até 22 centímetros cilíndricos (incluindo a altura). Neste evento, a máquina é independente e, uma vez em campo, precisa responder sem comando externo aos estímulos das tonalidades de cores. “Nosso futebol é diferente, precisamos nos empenhar muito para conquistar uma vitória em campo”, finaliza Mateus Modesto, 17 anos.

Fonte: Do G1

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