A vacina deverá estar disponível nas Unidades de Saúde, a partir de segunda-feira (10), seguindo os critérios de horário de cada equipe de Vacinação,
07/06/2019 09h41
Por: Redação com informações de Romeu de Campos Jr
TRÊS LAGOAS (MS) – Uma boa notícia para os três-lagoenses que não conseguiram se imunizar contra a gripe influenza “A”: A Prefeitura de Três Lagoas conseguiu adquirir mais 50 mil doses de vacina junto ao Instituto Butantan. As informações são de que essas doses já chegaram ao município e estão sendo distribuídas aos postos de saúde para vacinação da população.
Três Lagoas havia recebido, durante a campanha de vacinação, pouco mais de 30 mil doses da vacina, que foram ofertadas inicialmente apenas para os grupos de risco. Esses números foram enviados de acordo com a estimativa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do PNI (Programa Nacional de Imunização), mas acabaram antes mesmo de serem disponibilizadas para o restante da população.
Segundo informações, a Prefeitura estaria negociando a compra dessas 50 mil doses de vacina, o que custaria aos cofres públicos o montante de R$ 1 milhão. No entanto, o prefeito Angelo Guerreiro entrou pessoalmente nesta questão e conseguiu junto ao Instituto Butantan as doses a custo zero.
Com a população estimada em 120 mil habitantes, Três Lagoas não tinha a cultura de vacinação, mas isso mudou nos últimos anos. O município foi um dos poucos no estado de Mato Grosso do Sul que conseguiu atingir a meta do Ministério da Saúde na imunização dos grupos de risco.
Segundo a secretária de Saúde, Angelina Zuque, esclarece que há algum tempo o prefeito vem tentando conseguir essas vacinas, pois Três Lagoas teve muita demanda, inclusive, tendo a possibilidade de comprar. “No entanto, após um pedido ao Butantã, fomos atendidos e agora conseguiremos atingir uma cobertura aproximada de 80% da população”.
O Instituto Butantã é o fabricante da Vacina no Brasil e fornecedor do Ministério da Saúde. A doação, atendendo ao pedido da SMS de Três Lagoas, somente foi possível porque foi encerrada a Campanha Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde e o Instituto Butantã possuía ainda doses excedentes, como explicou Angelina Zuque.



