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quinta-feira, 30 de abril, 2026

Ronda Policial recebe escrivão Francisco Leite, um dos líderes da paralisação em Três Lagoas (MS)

31/05/2019 12h16
Por: Mirela Coelho

TRÊS LAGOAS (MS) – Nesta sexta-feira (31), os policiais civis de Mato Grosso do Sul paralisam as atividades por 24 horas.

Após assembleia realizada em Campo Grande (MS), no último dia 25, o Sinpol – MS (Sindicato dos Policiais Civis do Mato Grosso do Sul) decidiu realizar uma paralisação nesta sexta-feira (31), a partir das 8h, em todas as cidades do Estado. A Operação Padrão terá duração de 24h.

De acordo com a classe, o objetivo da paralisação é reivindicar por melhorias junto ao Estado o reajuste salarial da categoria de acordo com a inflação do período, o abono salarial prometido pela gestão atual de R$ 200,00 (duzentos reais) e investimentos na área de segurança, como no setor de perícia, investigação, viaturas e aumento do contingente em todo o Estado, com a realização de concursos.

CARTA DE COMPROMISSO NÃO FOI CUMPRIDA

Em 2014, durante a campanha eleitoral, o governador Reinaldo Azambuja, assinou uma Carta Compromisso com a categoria, na qual prometeu valorizar o policial civil. A Carta foi renovada em 2016. Alguns itens foram cumpridos, mas o principal, referente a salário, não! Enquanto outras Polícias do país têm evoluído, MS paga o 20º salário. A promessa eleitoral do governador era de chegar ao 6º salário do Brasil, porém, não há diálogo para que essa valorização ocorra, nem a médio ou longo prazo. O governo sequer fará a reposição inflacionária de 2019, o que deprecia o salário ainda mais.

Outra reivindicação dos policiais civis é a incorporação do abono de R$ 200,00, que havia sido retirado dos servidores. Após manifestações, o governo decidiu manter o pagamento, porém, sem a incorporação, o que continua contra o pedido dos trabalhadores.

Por fim, a categoria luta pela Promoção Funcional, que completará um ano nessa sexta-feira (31) e ainda não foi finalizada. A Promoção Funcional é um direito básico de progressão dentro da carreira e o não cumprimento da lei, prejudica quase mil policiais civis em todo estado.

Ronda Policial recebe escrivão Francisco Leite, um dos líderes da paralisação em Três Lagoas (MS) Foto: Julia Vasquez/Rádio Caçula.

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