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Pedreiro que assassinou amigo durante churrasco em 2012 foi condenado

Maxwell é acusado de assassinar namorada em 2015

27/06/2018 12h56
Por: Ana Carolina Kozara

Maxwell Nogueira Batista, o pedreiro de 31 anos acusado de assassinar Fabio Lina Sana durante um churrasco em outubro de 2012 foi a júri popular nesta terça-feira (26) e foi condenado a mais de 19 anos de prisão pelo crime.

O assassino foi indiciado pelo Ministério Público por homicídio triplamente qualificado e apesar de a defesa alegar legitima defesa, os jurados reconheceram a materialidade, letalidade e autoria do crime.

A sentença foi lida pelo juiz da 1ª vara criminal de Três Lagoas, Rodrigo Pedrini, e o condenado irá cumprir 19 anos e 20 dias em regime inicialmente fechado.

O crime

Fabio foi assassinado durante uma confraternização na casa de uma amiga, localizada na Rua Baldomero Leituga, onde autor e vítima iniciaram uma discussão.

Na ocasião, o pai da vitima estava presente e pediu que Maxwell fosse embora da festa, porem algum tempo depois o assassino retornou ao local e disparou contra a cabeça de Fábio.

A vítima chegou a ser socorrida pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ao Hospital Auxiliadora, mas não resistiu e morreu no dia seguinte.

OUTRO ASSASSINADO

Maxwell é acusado de assassinar a namorada Maria Cristina Vilas Boas, 33 anos, na noite de natal em 2015. O casal participava de uma confraternização em um rancho as margens do Rio Sucuriú, em Três Lagoas.

Maxwell e Maria namoravam há dois meses e a linha de investigação da policia aponta que o motivo do assassinato seria para roubar a moto da companheira.

Testemunhas relataram que o casal participava da festa, ingeriam bebidas alcoólicas e em determinado momento se afastaram do grupo de convidados e pouco tempo depois Maxwell retornou sozinho, montou na motocicleta e fugiu em alta velocidade.

Os participantes da festa foram até o local em que o casal estava e encontraram Maria com um ferimento profundo na região do pescoço. A vítima foi socorrida ao Hospital Auxiliadora, mas não resistiu aos ferimentos.

A PRISÃO

Depois de ficar dois anos foragido, Maxwell foi preso no Amazonas de onde foi transferido para Três Lagoas onde ficou preso preventivamente na Presídio de Segurança Média.

O julgamento para o assassinato de Maria ainda não tem data definida.

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