30.4 C
Três Lagoas
segunda-feira, 27 de abril, 2026

Secretaria de Estado de Segurança Pública e Justiça descarta intervenção militar em MS

19/02/2018 14h29

Segundo secretário, estado tem indicadores satisfatórios acerca do combate a crimes decorrentes do tráfico de drogas

Por: Da Redação

O titular da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Justiça (SEJUSP), Antônio Carlos Videira, descartou que Mato Grosso do Sul possa sofrer intervenção militar, como a aplicada no Rio de Janeiro. Segundo Videira, o governo estadual não tem necessidade e nem preencheria os requisitos mínimos para que estratégia semelhante fosse adota, já que MS possui indicadores satisfatórios acerca do combate a crimes decorrentes do tráfico de drogas.

“Não temos uma situação parecida com a do Rio de Janeiro, que é de falência da segurança pública, ocasionada a partir do tráfico. Pelo contrário, Mato Grosso do Sul apresenta índices de maior eficácia no combate a esses crimes nos últimos anos”, explica o secretário, que cita o aumento de apreensões de drogas nas rodovias do Estado – valor que subiu de 297 toneladas em 2016 para 427 toneladas em 2017.

A possibilidade de uma intervenção militar como a que ocorre no Rio de Janeiro foi ventilada após declaração do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, à imprensa nacional. Ao jornal o Globo, Azambuja destacou que entende que “não adianta combater o problema da droga nos morros do Rio e nos grandes centros se não blindarmos as nossas fronteiras”.

No entanto, de acordo com o secretário, a ideia é o Ministério da Justiça e a Polícia Federal assumam o papel de protagonistas na defesa da fronteira e que em relação a Sejusp, sejam renovados os decretos de GLO (Garantia de Lei da Ordem), que estabelecem apoio logistico e operacional das forças armadas nas operações policiais desempenhadas pela pasta.

“Quando falamos em renovar esse decreto de GLO no Estado, estamos querendo especificamente que o Exército possa nos apoiar nas ações dentro dos presídios, e não que haja intervenção. Essas ações são na área da justiça, e não da segurança pública. Isso porque muitos crimes são comandados de dentro dos presídios, então, nosso objetivo com a GLO é manter o controle do sistema prisional no Estado”, pontua.

Por: Midiamax

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Leilão da Rede Feminina de Combate ao Câncer

No último domingo, 26 de abril, Três Lagoas foi palco de um espetáculo de solidariedade daqueles que aquecem o coração e reafirmam a força...

Glamour sobre Rodas: Aniversariantes do Moto Clube 299 em Festa

A sede do Moto Clube 299 foi palco de uma animada celebração no último sábado, dia 25. Sob a liderança do presidente Rodrigo Paraná,...

Força Tática age rápido e recupera bicicleta furtada em Três Lagoas

Suspeito confessou a compra por R$ 1 mil e foi preso após polícia confirmar que bicicleta era roubada