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sexta-feira, 1 de maio, 2026

Nova fábrica da Fibria em Três Lagoas realiza a primeira queima de combustível na caldeira de recuperação

07/07/2017 10h54

Nova fábrica de celulose da Fibria em Três Lagoas realiza a primeira queima de combustível na caldeira de recuperação

Etapa prepara o equipamento para liberação de vapor contínuo para os últimos testes antes do início das operações, previsto para setembro deste ano

Por: Assessoria de Comunicação

A Fibria, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, entrou em uma das fases mais importantes do cronograma da construção da sua segunda linha em Três Lagoas (MS), com a finalização das montagens e a execução dos testes dos equipamentos. No último dia 6 de julho, foi executada com sucesso a primeira queima de combustível auxiliar na caldeira de recuperação. Após essa etapa, que promove o aquecimento da caldeira, é realizada a lavagem química para a limpeza das tubulações.

A caldeira de recuperação é parte essencial de uma fábrica de celulose. Sua função é recuperar químicos utilizados no processo de produção e gerar vapor, que é transformado em eletricidade. Sinônimo de competividade e de autossuficiência no setor florestal, energia significa receita para a Fibria. Além de gerar energia suficiente para abastecer toda a sua operação, o excedente energético da companhia é disponibilizado para o sistema elétrico brasileiro. A caldeira da segunda linha de produção da Fibria em Três Lagoas é uma das mais modernas do mundo, conferindo eficiência e produtividade no processo de produção de celulose. “O êxito na primeira queima de combustível e as fases seguintes garantirão a qualidade da implantação da caldeira de recuperação e, consequentemente, uma performance de excelência em sua operação. Por isso, a Fibria lidera a produção de celulose no mundo com seus diferenciais competitivos, que se iniciam na especificação dos equipamentos mais modernos no mercado e incluem as melhores práticas de construção, montagem e operação”, afirma o diretor de engenharia e projetos da Fibria, Júlio Cunha.

Durante a limpeza química, o calor gerado pela queima de combustível auxiliar é responsável por promover a reação entre os compostos químicos para remoção de resíduos de montagem, como graxas, vestígios de solda, entre outros, que devem ser retirados antes do equipamento produzir vapor continuamente.

A geração contínua de vapor permitirá os últimos testes das demais áreas de produção para o início das operações da segunda linha de produção de celulose da Fibria em Três Lagoas (MS), previsto para setembro deste ano.

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