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Homem é condenado a 52 anos de prisão pela morte de mãe, irmã e sobrinho da ex-mulher

05/05/2017 10h20

Cristiano Maurício de Castro, de 39 anos, foi condenado por homicídio qualificado dos três e tentativa de homicídio da ex-mulher em Conceição de Macabu, em 2013. Sentença foi proferida na madrugada desta quinta-feira (4)

Por: G1

Cristiano Maurício de Castro, de 39 anos, foi condenado a 52 anos e 6 meses de prisão pela morte da ex-sogra, ex-cunhada e filho da ex-cunhada, além da tentativa de homicídio da ex-mulher. Ele foi condenado por júri popular presidido pela juíza Maria Clacir Schuman, da Vara Única de Conceição de Macabu, no interior do Rio. A decisão foi lida na madrugada desta quinta-feira (4), após mais de 12 horas de julgamento, e cabe recurso. Cristiano já estava preso desde 2013, ano do crime.

Na manhã de quarta-feira (3), antes de começar o julgamento, parentes e amigos da família fizeram um ato em frente do fórum para pedir justiça no caso. O julgamento começou por volta de 12h, e o Ministério Público do Rio de Janeiro chegou a pedir o adiamento, mas teve a petição negada devido aos três adiamentos anteriores. De acordo com a Justiça, a defesa de Cristiano tem 20 dias para recorrer da decisão.

O crime

O caso foi na noite do dia 2 de março de 2013. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (RJ), Cristiano entrou na casa da família da ex, no bairro Vila Nova, e acertou os quatro. Amariza Alves dos Santos de Moraes, 59 anos, Simone dos Santos, 39 anos e Marcelo Santos da Silva, 17 anos, morreram na hora. Cátia dos Santos, 35 anos, ex-mulher do suspeito, sobreviveu.

O júri popular foi composto por sete pessoas. Foram ouvidas 14 testemunhas, 9 de acusação e 5 de defesa. A principal testemunha foi a ex-mulher de Cristiano, que sobreviveu.

De acordo com a acusação, o homem “praticou o crime por motivo torpe, por não aceitar o rompimento de seu relacionamento com a vítima Cátia, embora mantivesse, simultaneamente, dois outros relacionamentos afetivos”.

Segundo o MP, quando soube dos relacionamentos, Cátia quis se separar e já havia sofrido ameaças de morte após o término, inclusive registrando ocorrência na Delegacia.

Casa de Cristiano foi queimada

A casa de Cristiano foi incendiada um dia depois da morte da família. O incêndio foi na Rua Pampulha, no bairro da Usina, e aconteceu por volta das 21h. Ninguém foi encontrado no local e, segundo o Corpo de Bombeiros, na ocasião, todos os cômodos da casa foram atingidos.

A casa de Cristiano também funcionava um depósito suspeito de vender água adulterada, que foi interditado no último dia 19 de fevereiro.

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