04/11/2016 – Atualizado em 04/11/2016
O Movimento prejudicou a aplicação de provas do Enem no local
Por: Redação
Em minoria na universidade, estudantes da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), ainda mantém a o espaço II do campus fechado para alunos, professores e visitantes. Eles estão no local desde a última madrugada do dia 02 de novembro.
A alegação é de que o grupo tenha se unido as diversas manifestações que ocorrem em todo o país em desfavor da PEC 241, agora PEC 55 e também da contra a medida provisória 746 que reformula o ensino médio.
A equipe da Rádio Caçula esteve no campus e tentou falar com algum integrante da ocupação, porém, eles mantiveram o silêncio e não quiseram gravar entrevista.
O movimento está sendo questionado por grande parte dos alunos, eles acreditam que o ato foi uma ação extrema e que a decisão partiu de uma pequena parcela de estudantes, que não se atentaram a opinião dos outros acadêmicos.
As informações obtidas são de que o grupo de ocupação não passa de 25 integrantes, e que a universidade está em fase de inicio de aulas em período de matriculas, ou seja, as aulas retornariam na próxima semana, já que todos os acadêmicos estavam em período de férias.
CONTRA A OCUPAÇÃO
Em contrapartida, lideres das atléticas de diversos cursos da universidade afirmam que 85% dos acadêmicos estão em desacordo com o ato.
Na quinta-feira (3) representantes de cursos da UFMS iniciaram a formação do movimento de desocupação e conseguiram a liberação da passagem de funcionários e alunos que irão realizar a matrícula, mas mesmo assim os portões permanecem fechados.
A preocupação da maioria dos alunos é em relação à grade das aulas que pode sofrer um atraso com este ato. Os estudantes que iriam prestar o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) na unidade terão que esperar para realizar as provas em dezembro, como determinado pela justiça.
Outras emissoras também tentaram falar com o grupo, mas, não foram “tão bem” recebidos, inclusive alguns dos integrantes teriam até tapado a lente da câmera, a fim de que os profissionais não filmassem a frente da Universidade.


