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quarta-feira, 11 de fevereiro, 2026

Pesquisa sobre o Zika está avançada

30/03/2016 – Atualizado em 30/03/2016

Divulgação

Utilizando remédios contra a malária, um grupo de cientistas – em sua maioria norte americanos – já encontrou diversas respostas sobre o contágio do vírus da Zika e está animado com o rumo que as pesquisas estão tomando. Eles pretendem começar a testar medicações antes dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto.
Com muitos recursos fornecidos pelo governo de Obama, além do que recebem da própria indústria farmacêutica – interessada no lucro que pode vir destes estudos – os cientistas vivem uma realidade bem diferente da brasileira, onde o vírus encontrou o maior número de vítimas. Talvez se acertarem no lotofácil, os abnegados pesquisadores tupiniquins conseguissem a verba necessária para alcançarem os colegas ianques.

“Precisamos de outras opções enquanto vacinas estão sendo desenvolvidas. Uma importante descoberta é que nós identificamos drogas que possuem atividade (em testes de laboratório) contra o vírus da zika”, explicou o diretor da farmacêutica Atheric Pharmaceutical, Robert W. Malone, parte do grupo de pesquisa Zika Response Group.

Acredita-se que seja preciso 3 anos para que as vacinas contra o vírus possam ser comercializadas. Há mais de 20 pesquisas atualmente, tanto nos EUA quanto na França, Índia, Áustria, além do Brasil, é claro. A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou que a vacina só deve ficar pronta após o término deste surto, se tudo der certo.

Testes envolvendo contaminação in vitro de células e combate a posteriori, com diferentes tipos de princípios ativos acontecem o tempo todo, segundo representante da OMS. Até agora, os remédios contra a malária são os que possuem os resultados mais satisfatórios, por isso são os que mais recebem recursos e atenções.

A melhor notícia sobre isto é que o principio ativo contra a malária, a amodiaquina – já usada largamente aqui no Brasil –, possui um custo muito baixo, o que pode prever um acesso ilimitado à população mais carente da América Latina e África. O tratamento para uma pessoa durante 3 dias custa apenas 1 dólar. É torcer para que as pesquisas avancem e dê tudo certo em pouco tempo.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

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