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Três Lagoas
terça-feira, 20 de outubro, 2026

WhatsApp Repórter: Moradora do bairro Novo Oeste denuncia enfermeira do UPA por desrespeito em Três Lagoas (MS)

https://youtube.com/watch?v=gTsLeODcRXE

https://youtube.com/watch?v=OvpxeKQTDkA

https://youtube.com/watch?v=NXbYZH64SOg

https://youtube.com/watch?v=gTsLeODcRXE

https://youtube.com/watch?v=gTsLeODcRXE

https://youtube.com/watch?v=OvpxeKQTDkA

Por: Cristiane Ruiz

27/01/2015 – Atualizado em 27/01/2015

A moradora do bairro Novo Oeste Rosane Baltazar de Souza Ribeiro é mãe de cinco filhos, todos eles crianças e, na noite de ontem (26) denunciou ao WhatsApp Repórter da Rádio Caçula que foi desrespeitada pela enfermeira chefe da triagem do plantão de ontem (26) Raquel Casagrande na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A moradora do bairro Novo Oeste Rosane Baltazar de Souza Ribeiro é mãe de cinco filhos, todos eles crianças e, na noite de ontem (26) denunciou ao WhatsApp Repórter da Rádio Caçula que foi desrespeitada pela enfermeira chefe da triagem do plantão desta segunda Raquel Casagrande na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Segundo a mãe Rosane, seu bebê apresentava vômito e precisava de atendimento de emergência.

Rosane Baltazar denunciou ainda a superlotação do UPA e a demora excessiva para o pronto atendimento dos pacientes.

Confira abaixo.

Já no UPA e logo na chegada e na recepção foi possível perceber a superlotação por pacientes que esperavam pelo atendimento por até quatro horas.

De acordo com outra usuária do Sistema Único de Saúde (SUS) e moradora do Jardim das Hortências, presenciou a enfermeira Raquel destratando a Sra. Roseane e seus filhos. “Ela (a enfermeira) chamava pelas crianças com pouco caso, por exemplo: Ah tá…Este aqui é quem? E este aqui? Como se estivesse debochando a mãe por ter muitos filhos”, declarou a moradora.

Veja no vídeo.

ENFERMEIRA CONTA A SUA VERSÃO

Procuramos a enfermeira plantonista que disse não ter destratado a mãe, apenas explicou que existe a classificação de risco e que o bebê da Sra. Rosane estava com os sinais vitais preservados, podendo aguardar um pouco mais para o atendimento. “Ao assumir o plantão, me deparei com uma série de urgências, inclusive uma ameaça de aborto”.

Ainda de acordo com a enfermeira esta mãe sempre causa tumulto quando comparece ao UPA por entender que seus filhos estão cima de todas as prioridades de risco (idoso, urgência, etc).

Confira o vídeo abaixo.


Já na entrada do UPA / TL foi possível perceber a super lotação, Foto: Rádio Caçula

https://youtube.com/watch?v=NXbYZH64SOg

https://youtube.com/watch?v=gTsLeODcRXE

https://youtube.com/watch?v=gTsLeODcRXE

https://youtube.com/watch?v=OvpxeKQTDkA

Por: Cristiane Ruiz

27/01/2015 – Atualizado em 27/01/2015

A moradora do bairro Novo Oeste Rosane Baltazar de Souza Ribeiro é mãe de cinco filhos, todos eles crianças e, na noite de ontem (26) denunciou ao WhatsApp Repórter da Rádio Caçula que foi desrespeitada pela enfermeira chefe da triagem do plantão de ontem (26) Raquel Casagrande na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A moradora do bairro Novo Oeste Rosane Baltazar de Souza Ribeiro é mãe de cinco filhos, todos eles crianças e, na noite de ontem (26) denunciou ao WhatsApp Repórter da Rádio Caçula que foi desrespeitada pela enfermeira chefe da triagem do plantão desta segunda Raquel Casagrande na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Segundo a mãe Rosane, seu bebê apresentava vômito e precisava de atendimento de emergência.

Rosane Baltazar denunciou ainda a superlotação do UPA e a demora excessiva para o pronto atendimento dos pacientes.

Confira abaixo.

Já no UPA e logo na chegada e na recepção foi possível perceber a superlotação por pacientes que esperavam pelo atendimento por até quatro horas.

De acordo com outra usuária do Sistema Único de Saúde (SUS) e moradora do Jardim das Hortências, presenciou a enfermeira Raquel destratando a Sra. Roseane e seus filhos. “Ela (a enfermeira) chamava pelas crianças com pouco caso, por exemplo: Ah tá…Este aqui é quem? E este aqui? Como se estivesse debochando a mãe por ter muitos filhos”, declarou a moradora.

Veja no vídeo.

ENFERMEIRA CONTA A SUA VERSÃO

Procuramos a enfermeira plantonista que disse não ter destratado a mãe, apenas explicou que existe a classificação de risco e que o bebê da Sra. Rosane estava com os sinais vitais preservados, podendo aguardar um pouco mais para o atendimento. “Ao assumir o plantão, me deparei com uma série de urgências, inclusive uma ameaça de aborto”.

Ainda de acordo com a enfermeira esta mãe sempre causa tumulto quando comparece ao UPA por entender que seus filhos estão cima de todas as prioridades de risco (idoso, urgência, etc).

Confira o vídeo abaixo.


Já na entrada do UPA / TL foi possível perceber a super lotação, Foto: Rádio Caçula

https://youtube.com/watch?v=NXbYZH64SOg

https://youtube.com/watch?v=gTsLeODcRXE

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https://youtube.com/watch?v=OvpxeKQTDkA

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