09/12/2014 – Atualizado em 09/12/2014
Por: Midiamax
O tenente sul-mato-grossense que estava lotado na PM/TO (Polícia Militar de Tocantins) Francisco Augusto Vidal dos Santos, de 35 anos, quando foi morto na madrugada de quarta-feira (3), teria conhecido um dos membros da quadrilha por meio de um aplicativo de relacionamento. Em seguida, eles começaram a trocar mensagens pelo WhatsApp até marcarem o encontro.
Por conta destas mensagens é que as polícias, Civil e Militar, chegaram até a quadrilha. Foram detidos Marcos Vinicius Pereira de Assis, de 19 anos, Elvisney Pereira Alves, de 24 anos, Márcio Rafael Gonçalves dos Santos, de 18 anos, e Roberts Kelvin Ribeiro Batista, de 22 anos.
De acordo com o delegado Hudson Guimarães Leite da Deic (Delegacia Estadual de Investigações Criminais), responsável pelas investigações, Elvisney foi o responsável por atrair a vítima até o local do crime.
Os dois vinham trocando mensagens há algum tempo, até que marcaram de se encontrar. Porém, Márcio Rafael acompanhado de Marcos Vinicius e Robert é quem teriam ido ao local marcado.
Márcio Rafael havia levado consigo uma faca de matar galinha, que é da mãe dele, para garantir o assalto. Os envolvidos acreditavam que a vítima era um “riquinho” da região.
O tenente se encontrou com o trio em um posto de combustível localizado no trevo da entrada de Porto Nacional. Conforme as investigações, ao chegar de carro ao local combinado, o policial já estava com Elvisley. Em seguida, o grupo seguiu no veículo de Francisco Augusto para um terreno baldio, no Jardim América.
Um dos envolvidos contou que o caminho era um pouco longo e com isso ficou dormindo no carro, enquanto os demais desceram para realizar o programa. Ele teria acordado quando um dos colegas matou a vítima, após descobrir que era policial.
Após cometer o crime, os jovens fugiram com o carro da vítima e repartiram, entre si, os objetos do militar assassinado, sendo um perfume, a lanterna, dois aparelhos de celulares e R$ 52. O carro foi abandonado e nele a perícia encontrou as digitais da quadrilha.
O delegado ressaltou que os mandados de prisão foram expedidos após a descoberta das digitais no automóvel e por conta disso foi possível solucionar o crime. Os envolvidos devem responder pelo crime de latrocínio, roubo seguido de morte.



