19/11/2014 – Atualizado em 19/11/2014
Clayton diz que a ideia era provocar desmaio no professor.
Por: Radiowebms
Acusados de assassinar o professor Francisco Borges dos Santos, de 39 anos, Marcelo Villalba Rodrigues, 23, e Cleiton Cabral da Silva, 25, atraíram o educador para encontro via WhatsApp e afirmam que o plano não era matá-lo, apenas roubar o veículo Gol. Os dois foram apresentados, na tarde de terça feira pelo delegado Edilson dos Santos, da Delegacia de Homicídios. Marcelo conheceu o professor no bate-papo do site Uol, onde trocaram telefones e passaram a conversar via WhatsApp.
A troca de mensagens aconteceu por 15 dias antes do primeiro encontro, no dia 9 de novembro, em uma pousada na região da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco).O bate-papo no aplicativo, inclusive, fez a polícia chegar aos assassinos. Clayton Cabral da Silva de 25 anos disse que não queria matar o professor e que está arrependido ..
Pressionados pela polícia e diante das evidências, os jovens confessam o crime. Segundo eles, o encontro com o professor ocorreu próximo ao Terminal General Osório, perto das residência dos assassinos. De lá, eles partiram para uma pousada.No quarto, segundo o delegado, Marcelo mandou Chico deitar de bruços para realizar uma massagem. Irritado com a pergunta de reporter Clayton responde ríspidamente
Marcelo Villalba Rodrigues, não quis responder aos jornalistas ele é acusado de ter dado o mata leão no professor. Os dois não tem profissão e viviam de Bico.



