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quinta-feira, 7 de maio, 2026

Acordo salarial entre Eldorado Brasil e trabalhadores irá para dissídio coletivo

30/10/2014 – Atualizado em 30/10/2014

A empresa não aceita pagar o valor pretendido pelos funcionários

Por: Assessoria

Dando prosseguimento as mediações por meio de mesa redonda intermediada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, hoje (30) foi a vez da Eldorado Brasil e Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel e Celulose de Três Lagoas – Sititrel negociarem o reajuste salarial. As conversas foram realizadas na Sala de Convenções do Hotel Mediterrâneo e teve como mediadora Ednézia Zazyki.

A reunião foi encerrada sem acordo entre as partes, permanecendo o impasse que será decidido de forma judicial. “Esse é o 9º encontro que fizemos com a Eldorado, infelizmente, não houve evolução nos percentuais referente ao salário, desta forma iremos prosseguir a negociação com dissídio coletivo”, explicou o presidente do sindicato, Almir Morgão.

Almir garantiu que durante a rodada de negociação o sindicato foi maleável e chegou a sugerir novos acordos, mas não foi atendido pelos representantes da indústria. “A todo o momento tentamos nos aproximar de um possível acerto, mas não podemos rebaixar a categoria da forma que a empresa quer”.

O advogado do Sititrel, Rodolfo Guerra, dará entrada no dissídio coletivo hoje, 30, nas negociações da Fibria e Eldorado Brasil.

Amanhã, 31, a última rodada de negociação será realizada com a International Paper.

NEGOCIAÇÃO

A negociação se estende há 3 meses e nenhum acordo foi acertado entre as empresas Fibria, Eldorado Brasil, International Paper e o Sindicato da categoria. Os trabalhadores pedem um reajuste de 8,33%, mas as indústrias aceitam pagar, apenas, 7%.

FIBRIA

Levando em consideração a nota divulgada pela assessoria de comunicação da Fibria no dia de ontem, 29, apontando que a empresa “empenhou esforços para apresentar a proposta mais adequada ao cenário econômico nacional e internacional do setor, contemplando aumento real de salário, abono e ajuste de benefícios”, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel e Celulose de Três Lagoas afirma que em nenhum momento foi proposto reajuste real no salário dos trabalhadores, apenas, sugeriram mudanças no abono.

O Sititrel reitera seu compromisso com a verdade e estará à disposição dos trabalhadores e dos demais interessados para quaisquer esclarecimentos.

Ilustração/Divulgação

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