28/06/2014 – Atualizado em 28/06/2014
Acusada de propina continua presa no presídio feminino em Campo Grande
Por: Diário Digital
O Tribunal Regional Federal da 3º Região, em São Paulo, negou habeas corpus para a ex funcionária do Ministério da Saúde, Roberlayne Patrícia Alves. Ela está presa em Campo Grande desde o dia 17 de junho, após ser flagrada em vídeo cobrando propina para liberar recursos de emendas parlamentares para o Hospital de Câncer Alfredo Abrão.
Na manhã desta sexta-feira, Roberlayne foi transferida da Superintendência da Polícia Federal para o presídio feminino Irmã Irma Zorzi, por decisão da juíza Monique Marchioli Leite. Com habeas corpus negado, a acusada permanecerá presa.
Caso
Roberlayne é acusada de cobrar propina para liberar recursos para o Hospital do Câncer, que seriam usados para comprar equipamentos de radioterapia. Uma operação para prender a acusada foi desencadeada no dia 21 de maio, quando o diretor do Hospital de Câncer, Carlos Alberto Coimbra, denunciou para a Superintendência Regional de Polícia Federal em Mato Grosso do Sul a prática de chantagem que estava sofrendo. A partir de autorização judicial concedida pelo Juiz Federal Odilon de Oliveira, da 3ª Vara Federal de Campo Grande, passou a monitorar os passos da funcionária.



