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segunda-feira, 23 de fevereiro, 2026

Como cego em tiroteio

28/04/2014 – Atualizado em 28/04/2014

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Por: Romeu

Isso aqui esta parecendo a historia do “cego em tiroteio” é tanto tiro é tanto tiroteio que ninguém vê ou sabe de onde vem a bala, por isso o mais fácil é criticar sem apontar a causa. Sou três-lagoense e posso falar com conhecimento de causa e de filho dessa terra.

O nosso território sempre foi dominado pela pecuária que teve uma desenvoltura espetacular depois da descoberta da branquearia nascida em terra ruim. É notório que ela nunca ofereceu um grande numero de empregos mas foi a mola mestre da nossa economia por muitos anos.

Hoje deixando de lado o comentário sobre a invasão do eucalipto nas nossas terras, mas que rapidamente é a forma barata e cômoda do fazendeiro ganhar um bom dinheiro com o aluguel das suas terras sem muito esforço, consagrando uma nova modalidade chamada “ bolsa eucalipto” à moda do “vamos levar vantagem em tudo” implantada pelo Lula lá Paz e Amor, não posso esquecer de citar um ponto nocivo alimentado todos os dias pela omissão e pela falta de providencias das nossas autoridades, na nossa atualidade, que de maneira muito cômoda “fingem de morto” omitindo o dever de tomar as providencias e das suas responsabilidades para tanto.

Logicamente além das incluídas existe a Prefeita e a Câmara dos Vereadores.

O então Prefeito Helio Congro criou o Distrito Industrial. E desde então ele tem fugido da sua essência de oferecer terras para a instalação de indústrias e passar a ser um alto negocio imobiliário onde nada se investe e muito se ganha com a sua venda diante dos olhos das autoridades que deveriam coibir. Os terrenos doados trazem uma cláusula na sua doação que ao se deixar de cumprir o propósito da sua doação eles deverão voltar à municipalidade sem qualquer ônus ou indenização. E é o que não se vê nos dias de hoje.

Os terrenos estão sendo literalmente vendidos a outros sem que a autoridade Municipal ou a quem de direito intervenha. Ou seja, são coniventes nessa passividade.

Os melhores terrenos situados na av. Ranulpho Marques Leal, por exemplo, são vendidos pelos proprietários a peso de ouro com a quebra inexplicável da cláusula da sua reversão à municipalidade.

Nos outros lugares não tão nobres também estão sendo negociados como se fossem de sua propriedade. Hoje o que corre entre os beneficiados é que no caso de não dar certo o seu propósito, simplesmente vendem e ainda lucram ao invés de devolverem o que não é seu, e tem somente um setor que perde com isso.

Não é o Prefeito ou a Câmara de Vereadores, mas sim toda a cidade que engloba a todos prejudicados, omissos e gente humilde, ganhando e vencendo somente o especulador.

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