27/11/2013 – Atualizado em 27/11/2013
Por: Assessoria
Representantes do Sinted (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) reuniram-se com os vereadores de Três Lagoas, na manhã desta terça-feira (26), para apresentar a proposta de criação de um plano de previdência própria para todos os servidores efetivos e estáveis do Município (do Executivo e do Legislativo).
Além do presidente da Câmara, Jorginho do Gás, participaram da reunião os vereadores: Gil do Jupiá, Vera Helena, Jorge Martinho, Klebinho, Adão da Apae, Marcus Bazé, apóstolo Ivanildo, Marisa Rocha e Nuna Viana.
De acordo com Maria Diogo, presidente do Sinted, a proposta foi elaborada por uma empresa de consultoria e está sendo discutida também com a prefeita Márcia Moura.
Entre os pontos principais do projeto repassados aos parlamentares estão: compromisso de pagamento de 18% de contribuição, por parte da Prefeitura, (11% ficaria a cargo do trabalhador); em caso de auxílio doença, o regime próprio de previdenciário cobriria, por meio de um Fundo Previdenciário, a parte que hoje cabe ao INSS (ou seja, o equivalente a 15 dias de pagamento); a paridade para a maioria dos servidores que foram efetivados até 31de dezembro de 2003, o que significa se aposentar com todos os rendimentos e benefícios atuais, (quem foi efetivado depois desta data, se aposentará pela média salarial); e manutenção do plano de saúde, que no caso dos servidores da Prefeitura, são atendidos pela Cassems.
Com a apresentação e esclarecimentos sobre a proposta, o objetivo das representantes do Sinted foi não somente destacar as benesses da previdência própria, mas, principalmente buscar apoio dos parlamentares, na aprovação do projeto de lei que instituirá o regime próprio e que deverá ser enviado pelo Executivo Municipal, ainda este ano, frisou Maria Diogo.
“Para vocês terem uma idéia, tem uma lista de 40 pessoas, que não se aposentaram esperando a implantação desta previdência privada, porque pelo INSS, as perdas, ao se aposentar, principalmente para mulheres, é de 25%, devido ao fator previdenciário”, destacou a presidente do Sindicato.
Buscando melhor entendimento da proposta, os vereadores questionaram as sindicalistas sobre: contribuições já feitas ao INSS; composição e fiscalização dos membros da Unidade Gestora, que administrará a previdência própria.
“Pedimos que o projeto seja enviado há tempo, porque nossa intenção é limpar a pauta, não deixar nenhum projeto para o ano que vem, se preciso faremos sessões extraordinárias”, ressaltou o presidente da Câmara, vereador Jorginho do Gás.



