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Setor energético vive apagão de mão de obra

Economia – 18/02/2012 – 13:02

O setor sucroenergético está entre os maiores índices de empregabilidade do país, fechando em 1,28 milhões de pessoas com carteira assinada e massa salarial de US$ 738 milhões em 2008, ano em que o setor passou por uma forte crise. É responsável por 2% do PIB do Brasil, o equivalente a US$ 28,2 bilhões, ou quase a totalidade da riqueza gerada em um ano por um país como o Uruguai (US$ 32 bilhões). Esses números tendem a aumentar significativamente até 2020, já que para atender a crescente demanda de etanol estima-se que serão necessárias cerca de 150 novas usinas e um investimento de R$ 80 bilhões.

Entretanto, apesar dos números expressivos, o setor vivencia um apagão de mão de obra qualificada. O crescimento acelerado da economia e as inovações tecnológicas apresentadas pela indústria exigem do profissional um nível de conhecimento específico, seja na área industrial ou agrícola. Os candidatos que preencherem as expectativas da vaga são mais valorizados, com remunerações maiores e possibilidade de plano de carreira. Estima-se que para cargos como subgerente e gerente executivo, os salários variam de R$ 8 mil a R$ 15 mil. Entretanto, a demanda nas usinas e indústrias por gerentes e diretores capazes de gerir um setor em pleno crescimento é incompatível à oferta de profissionais no mercado.

Fonte: Correio do Estado

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