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terça-feira, 17 de fevereiro, 2026

Três Lagoas (MS) garante geração de empregos até 2021

29/07/2013 – Atualizado em 29/07/2013

Em pleno desenvolvimento há cerca de 15 anos, o município abriga hoje quase 60 indústrias de pequeno, médio e grande porte e 3 mil empresas.

Por: Campo Grande News

Maior polo industrial e detentor do segundo PIB (Produto Interno Bruto) de Mato Grosso do Sul , Três Lagoas deve continuar com “boom” na geração de empregos até 2021, conforme previsão do diretor de Indústria e Comércio da cidade, Diógenes Marques

A cidade, impulsionada pelo setor de celulose, já é responsável por 50% do volume de exportação industrial do Estado.

De acordo o levantamento do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), somente em junho, Três Lagoas gerou 495 vagas de emprego, o que garantiu o primeiro lugar no ranking sul-mato-grossense, superando até mesmo Campo Grande, que criou 414 novos postos de trabalho.

Nos últimos oito anos, o município recebeu R$ 15 bilhões em investimentos, criando em torno de 15 mil empregos diretos. A cidade recebeu o título de “Capital Mundial da Celulose” devido a operação de duas fábricas na cidade, a Fibria e a Eldorado Brasil (com produção para 2014 estimada em 4,3 milhões de toneladas).

Agora a fábrica de creme dental, enxaguante bucal e creme facial Caaetê Comércio, com sede em Penápolis (SP), será a próxima a instalar filial na cidade. O projeto prevê investimento de R$ 45 milhões até a fase final de implementação e geração de mais 300 empregos diretos. O Poder Executivo deve doar a área para Caaetê. Além disso, no segundo semestre de 2014, começa a funcionar a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III) da Petrobras.

Em contrapartida, a falta de mão de obra pode refletir em tal pujança industrial. Atualmente cerca de 20 ônibus vão para Três Lagoas diariamente com trabalhadores de cidades próximas tanto do estado de São Paulo quanto de Mato Grosso do Sul, classificadas como sub-regiões do polo. “Não posso precisar exatamente, mas em 90% lugares tem faixa de ‘contrata-se’ na frente”, contou.

Falta profissionais na área de logística, química, engenharia, linha de produção, operador de empilhadeira e motoniveladora, motoristas de caminhão em geral, açougueiro, entre outras.

Na avaliação do diretor, o crescimento não se restringe à área industrial, já que a elevação de empregos em outros setores é uma consequência. “As pessoas se mudam para cá e precisam de casa, o que mexe no imobiliário, precisa comer, vestir, beber e se locomover, isso faz com que o crescimento seja de forma geral, pois movimenta outros serviços”, finalizou Diógenes.

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