Discussão no Jardim Paranapungá terminou com objetos quebrados, suposta agressão e saída da mulher ao volante, onde marido acionou a Polícia Militar e afirmou não querer representar criminalmente contra ela
Uma discussão entre um casal terminou em confusão, suposta agressão e uma saída inesperada de carro na noite desta quinta-feira, 03, no bairro Jardim Paranapungá, em Três Lagoas. O caso foi registrado na DEPAC-TL como vias de fato.
Segundo o registro policial, um homem de 37 anos procurou a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário e relatou que havia discutido com a esposa, uma mulher de 40 anos, por volta das 21h.
De acordo com o relato, durante a discussão, a mulher teria dito que ele “não era homem”. Exaltado, o homem afirmou que retirou os próprios óculos e os arremessou ao chão, passando posteriormente a pisar sobre o objeto.
Na sequência da briga, conforme relatado pelo comunicante, a mulher estaria segurando um copo plástico e teria desferido um golpe contra a região da cabeça dele. Apesar do impacto, o homem informou que não sofreu lesões aparentes.
Ainda segundo o relato, a mulher teria dito que acionaria a Polícia Militar. O homem também entrou em contato com a corporação para comunicar o que havia acontecido.
A situação ganhou outro capítulo quando o homem foi até o quarto para pegar alguns pertences pessoais. Segundo ele, nesse momento, a mulher teria pegado a chave reserva do veículo e deixado a residência conduzindo o automóvel.
O homem informou aos policiais que a esposa não possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Diante disso, ele comunicou novamente a Polícia Militar e forneceu as características do veículo para as providências cabíveis.
Apesar do conflito e do relato de agressão, o homem declarou à polícia que, naquele momento, não desejava representar criminalmente contra a esposa. A ocorrência foi registrada como vias de fato e encaminhada à 1ª Delegacia de Polícia de Três Lagoas para as providências pertinentes.
As circunstâncias foram registradas conforme o relato apresentado à polícia, e eventuais responsabilidades deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.


