Kailayne Mirele Esperidião de 19 anos, foi morta enquanto trabalhava na região da Lagoa Maior. Já namorado ficou gravemente ferido no atentado
A execução de Kailayne Mirele Esperidião, de 19 anos, na noite de domingo, 03, em Três Lagoas, ganhou novos desdobramentos após vir à tona que a jovem já possuía passagem policial por tráfico de drogas. O crime aconteceu na região da Lagoa Maior, onde ela trabalhava em uma barraca de lanches no momento do ataque.
Segundo informações ligadas ao processo criminal, Kailayne havia sido presa em agosto de 2025 após investigação que apontava venda de entorpecentes na praça da rodoviária do município. Na ocasião, policiais realizaram monitoramento e flagraram a jovem com porções de drogas prontas para comercialização.
Durante a abordagem, foram apreendidas 38 porções de crack, uma porção de maconha e dinheiro em espécie. Conforme registros, ela admitiu que os entorpecentes seriam vendidos e que o valor encontrado era proveniente da atividade ilegal.
Pouco tempo depois, o nome da jovem voltou a aparecer em outra ocorrência relacionada ao tráfico, quando ela teria sido localizada com porções de cocaína durante nova abordagem policial. Em dezembro daquele ano, a prisão preventiva foi revogada pela Justiça.

Nas redes sociais, Kailayne utilizava um nome de usuário que chamou atenção e gerou repercussão após sua morte.
O ataque que tirou a vida da jovem ocorreu no fim da noite de domingo, 03. Conforme apurado, dois homens chegaram em uma motocicleta ao local onde ela trabalhava. Um dos suspeitos desceu e efetuou diversos disparos. Kailayne morreu ainda no local.
O namorado dela, Gabriel dos Santos Souza, de 18 anos, também foi baleado no atentado. Ele foi socorrido em estado grave e encaminhado para atendimento hospitalar. A Polícia Civil investiga se o crime tem relação com acerto de contas, rivalidade entre grupos criminosos ou outra motivação. Até o momento, nenhum suspeito havia sido preso.


