Ídolo histórico do esporte nacional deixa legado de recordes, Olimpíadas e inspiração para gerações
Morreu na tarde desta sexta-feira, 17, Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial, aos 68 anos. Considerado um dos maiores pontuadores de todos os tempos, o ex-atleta marcou época com sua precisão nos arremessos e protagonismo com a camisa da seleção brasileira.
A morte foi confirmada por sua assessoria após o ex-atleta passar mal nas primeiras horas do dia e ser socorrido com urgência. Segundo as informações divulgadas, Oscar foi levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, após apresentar um mal-estar. Apesar do atendimento médico, ele não resistiu.
Postagens recentes de familiares já indicavam que o ex-jogador enfrentava um quadro de saúde delicado, agravado após uma cirurgia, o que teria contribuído para a piora nas últimas horas.
Reconhecido internacionalmente como o “Mão Santa”, Oscar construiu uma carreira brilhante ao longo de quase três décadas, atuando no Brasil e na Europa. Ele disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e se tornou o maior cestinha da história das Olimpíadas, consolidando seu nome entre os gigantes do esporte.
Recentemente, o ex-jogador havia sido homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil ao entrar para o Hall da Fama da entidade, reconhecimento máximo por sua contribuição ao esporte nacional. Na ocasião, não esteve presente por estar em recuperação de uma cirurgia, sendo representado por seu filho.
Ao longo da carreira, Oscar acumulou feitos impressionantes, incluindo quase 50 mil pontos marcados somando clubes e seleção, marca que por muitos anos foi considerada recorde mundial. Seu estilo de jogo ofensivo e dedicação fizeram dele referência para atletas dentro e fora do país.
A morte do ídolo representa uma perda irreparável para o esporte brasileiro, deixando um legado que ultrapassa números e títulos. Mais do que um atleta, Oscar Schmidt se tornou símbolo de paixão, disciplina e amor pelo basquete, inspirando gerações e eternizando seu nome na história.


