Valor médio da gasolina A cai R$ 0,14 por litro e passa a R$ 2,57; preços do diesel permanecem inalterados
A Petrobras anunciou que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras a partir desta terça-feira, dia 27 de janeiro. Com a decisão, o valor médio do combustível passará de R$ 2,71 para R$ 2,57 por litro, o que representa uma queda de R$ 0,14. Esta é a primeira redução no preço da gasolina promovida pela estatal em 2026.
Em nota oficial, a Petrobras informou que a medida faz parte da política de preços da companhia e ocorre após um período de estabilidade, já que a última alteração havia sido registrada em outubro de 2025. A empresa destacou ainda que, desde dezembro de 2022, o preço da gasolina vendida às distribuidoras acumula uma redução de R$ 0,50 por litro. Considerando a inflação do período, a estatal aponta que a queda real chega a 26,9%.
A companhia ressaltou que o valor praticado pela Petrobras corresponde apenas a uma parte do preço final pago pelo consumidor nos postos. Em média, o preço da gasolina vendida pela estatal representa cerca de um terço do valor cobrado nas bombas.
O preço final ao consumidor é influenciado por outros fatores, como os custos e margens de lucro das distribuidoras e dos revendedores, o valor do etanol anidro misturado à gasolina A para a formação da gasolina C e a carga tributária incidente sobre o combustível.
Entre os impostos que incidem sobre a gasolina estão tributos federais, como a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, o PIS Pasep e a Cofins, além do ICMS, cuja alíquota varia conforme cada estado.
Em relação ao diesel, a Petrobras informou que não haverá alteração nos preços neste momento. Ainda assim, a estatal destacou que o combustível também apresenta queda acumulada desde 2022. De acordo com a empresa, a redução real nos preços do diesel vendidos às distribuidoras chega a 36,3% quando considerada a inflação do período.
A Petrobras não detalhou de que forma ou em que prazo a redução anunciada poderá ser repassada ao consumidor final, uma vez que isso depende das políticas comerciais adotadas pelas distribuidoras e pelos postos, além das condições regionais de mercado.
com informações Campo Grande news


