Apelo foi feito após a circulação de vídeos e fotos da colisão que matou três trabalhadores de Três Lagoas na manhã desta sexta-feira, 09
O trágico acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira, 09, na rodovia MS 240, entre Inocência e Paranaíba, resultou na morte de três trabalhadores de Três Lagoas e deixou outros dois feridos. A Polícia Militar Rodoviária (BPMRv) confirmou que a colisão foi provocada por uma tentativa de ultrapassagem em uma curva, quando a picape onde estavam as vítimas acabou batendo de frente com um caminhão-trator Scania que seguia no sentido contrário.
As vítimas fatais foram identificadas como Filipe Torres, Wellington Luiz Ribeiro e Leandro Rodrigues. Dois deles morreram no local, presos às ferragens, e o terceiro chegou a ser socorrido, mas não resistiu após dar entrada no hospital. Todos retornavam de uma viagem de trabalho em um veículo da empresa para a qual prestavam serviço.
Outros dois ocupantes do veículo, de 32 e 27 anos, também moradores de Três Lagoas, ficaram feridos e foram encaminhados para hospitais da região. O motorista do caminhão, de 37 anos, não teve ferimentos graves, mas precisou de avaliação médica. Um menino de 8 anos, passageiro do caminhão, sofreu um ferimento na cabeça e também recebeu atendimento.
Devido à gravidade da colisão, a rodovia ficou interditada por várias horas para o trabalho da Polícia Militar Rodoviária, da Perícia Criminal, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros. Após a remoção dos veículos e a conclusão da perícia, o tráfego foi liberado no início da tarde. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Inocência.
Em meio à dor, o irmão de Wellington Luiz divulgou uma nota, em sua conta no Instagram pedindo respeito às vítimas e aos familiares, após vídeos e fotos do acidente começarem a circular em grupos de WhatsApp.
“Solicitamos encarecidamente que não sejam compartilhados quaisquer vídeos ou fotos relacionadas ao ocorrido. Neste momento de profunda dor, pedimos respeito à memória das vítimas e ao sofrimento de seus familiares e amigos. Ressaltamos que a continuidade dessa prática poderá acarretar responsabilização judicial, conforme previsto em lei”, diz o comunicado.


