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Três Lagoas
sexta-feira, 23 de janeiro, 2026

Marcos Pollon fala sobre sua trajetória, fé e embates políticos em entrevista à Caçula FM

Deputado Federal por Mato Grosso do Sul, também rebateu algumas acusações e reforçou o apoio à legenda no estado.

Nesta terça-feira, 29, o programa A Hora da Notícia, da Caçula FM 96,9, entrevistou o deputado federal por Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon (PL-MS), que compartilhou detalhes de sua jornada política e pessoal em Três Lagoas. Pollon destacou o apoio da emissora durante sua campanha, quando era um “ilustre desconhecido”, e descreveu sua eleição como um “milagre”. “Não tive apoio de políticos expressivos, prefeitos, vereadores, nem dinheiro. Meu voto foi o mais barato da história do estado”, afirmou.

Ele enfrentou o desafio de se apresentar como candidato local, já que seu trabalho com o ProArms, o maior movimento armamentista fora dos EUA, o fazia ser confundido como sendo de São Paulo ou Brasília. “Quem me conhecia precisava saber que eu era daqui; quem não me conhecia, precisava me conhecer”, disse. Pollon atribui sua vitória como o mais votado à intervenção divina e encara os desafios com serenidade: “Como amo a Deus, nada me abala.”

Em Três Lagoas, onde diz ter “milhares de amigos”, Pollon enfatizou que sua base não é política, mas de amizade: “Amigo tem valor, não preço. Isso assusta quem tenta mapear meus votos.” O parlamentar também anunciou a recondução de sua esposa, Nayane, à presidência do PL Mulher no estado, com Mariana Amaral como vice, sob indicação de Michelle Bolsonaro, que visitará Sidrolândia (MS) no dia 24 para um evento da legenda.

Pollon desmentiu boatos de que sua esposa recebia 40 mil reais, afirmando que custeou o PL com recursos próprios, e denunciou fake news financiadas por um colega deputado federal, com provas que levará à Polícia Federal. Ele reafirmou sua fidelidade ao bolsonarismo, criticando alianças com o PSDB, que, segundo ele, prejudicaram pautas armamentistas por apenas três votos na Câmara.

O deputado também revelou um drama pessoal: uma fratura grave no maxilar após uma extração de siso, que exigiu seis cirurgias, 16 pinos e duas placas de titânio, resultando em meses de dor e 35 quilos de perda de peso. Após um período de silêncio político, ele voltou ao mandato com ainda mais determinação, mantendo sua palavra e princípios. “Quanto mais batem, mais a gente cresce”, finalizou, destacando sua luta pela liberdade e pela direita no Mato Grosso do Sul.

Confira a entrevista na íntegra:

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