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Brasil é o quarto país com mais mortes de jornalistas no mundo

Policial – 03/10/2012 – 07:10

Em seis meses, 110 profissionais de imprensa morreram no mundo, de acordo com ONG. Síria lidera a lista, com 21 óbitos em 2012; Brasil já registra seis mortes.

Nos seis primeiros meses deste ano, 110 jornalistas foram mortos no mundo em situação considerada de violência e atentado à liberdade de imprensa, segundo a organização não governamental Press Emblem Campaign (PEC). O Brasil é o quarto país mais perigoso, com seis mortes neste período.

A PEC listou os 21 países mais violentos para o exercício da profissão. Na América Latina, os campões são o Brasil, em primeiro lugar, seguido por Honduras, Bolívia, Colômbia, Haiti e Panamá.

Na relação dos mais violentos do mundo estão a Síria, que registrou 21 mortes em mais de um ano de crise; o México, que perdeu oito jornalistas e vive um combate entre o governo e os cartéis de drogas e armas; a Somália, que vive uma guerra civil e registrou seis mortos; o Paquistão, que registrou seis mortos; o Brasil, também com seis; e Honduras, com quatro.

O número de jornalistas mortos no cumprimento do dever é atualizado mensalmente, segundo a organização, por isso alguns dados são modificados de acordo com o mês apurado. De 2007 a 2011, 545 jornalistas foram mortos no mundo. Somente em 2011, foram registradas 107 mortes de profissionais de imprensa.

A PEC usa estatísticas relacionadas a mortes suspeitas entre jornalistas, correspondentes, freelancers, cinegrafistas, técnicos de som, técnicos, fotógrafos, produtores, administradores e jornalistas online. Os dados não incluem motoristas, seguranças nem tradutores, por exemplo.

A organização informou que recebe informações de associações de imprensa, sindicatos e federações, assim como das Nações Unidas. A análise dos dados se baseia em quatro categorias: as vítimas que são alvos intencionais, os que são mortos acidentalmente, os relacionados a causas criminais, como no caso de traficantes, e fatores desconhecidos.

Fonte: Redação Época com Agência Brasil / AP

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