Morto em 2017, seu corpo foi encontrado enrolado em tapetes e cobertas em uma rua do Jardim das Violetas por populares.
Após enfrentarem o júri popular nesta quarta (10) no Fórum de Três Lagoas, Douglas Rogério Vieira Gomes, o “Dodô“, João Luiz Morales de Souza, o “Dimas“, e Michael Alves Martins, o “Especialista“ foram condenados pela morte de David Almeida Oliveira, conhecido como “Caveirinha“, depois de mais de 10 horas de julgamento, presidido pelo Juiz Rodrigo Pedrini Marcos.
David foi morto após cair em uma emboscada feita por integrantes de uma organização criminosa para passar por uma espécie de “Tribunal do Crime“. Depois de ser morto, teve seu corpo enrolado em tapetes e cobertas e transportado até a Rua do Professor, no Jardim das Violetas, onde foi encontrado por populares na manhã do dia 19 de julho de 2017. Os acusados também foram alvos da “Operação Sintonia“, deflagrada meses depois pela Polícia Civil.
David seria usuário de drogas e conhecido por alguns furtos, e antes de ser morto, teria roubado uma das adolescentes envolvidas no crime, que seria namorada de Douglas e filha de Célia Regina, conhecida como “Raridade“ que foi condenada à 21 anos e 6 meses de prisão no último dia 15 de março. Quando o crime ocorreu, ambas pediram que Douglas fizesse algo, onde após pedir autorização a “Dimas” que seria o “Geral do Estado do PCC” (Primeiro Comando da Capital), onde organizaram a morte de “Caveirinha”.

Além de “Raridade“, também foram condenados anteriormente Larissa Adriely da Silva Soares, a “Neurótica” a 23 anos e 10 meses, além de Daniel Rodrigues dos Santos, o “Sobrenatural” a 27 anos, 9 meses e 20 dias de multa.
Primeiramente, “Dodô“, que já possui condenações por outros crimes, foi condenado à 25 anos, 4 meses e 20 dias de prisão, já “Especialista” foi condenado à 35 anos, 6 meses de 17 dias, e “Dimas“, condenado à 39 anos e 11 meses de detenção, todos em regime fechado, além de possuir outras condenações.


