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Três Lagoas
domingo, 22 de fevereiro, 2026

Acusado de ter abusado de influencer fala à Caçula FM sobre caso

Durante entrevista à Fábio Campos por videoconferência, deu sua versão do que aconteceu, onde afirma ser inocente.

Com exclusividade à Caçula FM, o agente de produção Murilo Renan, de 32 anos, apontado como o autor do abuso sexual à influenciadora digital Júlia Rosa na última segunda (13), deu uma entrevista ao jornalista Fábio Campos, da Ronda Policial onde deu sua versão do caso, onde afirmou ser inocente.

A jovem foi atendida primeiramente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após o caso com muito sangramento, sendo necessário sua transferência para o Hospital Auxiliadora para passar aos procedimentos médicos. Após ficar hospitalizada por 5 dias, onde teve que ser até mesmo entubada, receber bolsas de plasma e de sangue, além de passar por diversas cirurgias.

Na fala, Murilo afirmou que conheceu a vítima por um aplicativo de relacionamento, onde após terem um contato breve, se seguiram em uma outra rede social, onde começaram a conversar diariamente sobre diversos assuntos, trocando mensagens por aproximadamente 3 a 4 semanas. Antes de se encontrarem, ambos conversaram sobre sexo, quando a vítima confessou que já tinha feito outras vezes, mas que não tinha contado para a família por medo, já que achavam que ela ainda era virgem.

Após por diversas vezes marcarem de sair, no sábado anterior ao caso, a jovem disse que insistia em o ver, até mesmo dizendo que iria até a casa do suspeito. Com isso, Murilo bloqueou a vítima, a desbloqueando no dia seguinte, quando ele estava em um bar, no Centro de Três Lagoas. Após puxar assunto, e depois de conversarem, ela teria lhe ligado, onde ele foi a buscar em sua residência.

Ao chegarem na casa de Murilo, a vítima afirmou estar nervosa, e ao subirem para o quarto do suspeito, trocaram carícias, onde tiveram a primeira relação sexual, o que foi consensual, segundo o suspeito. Já no segundo ato sexual, o sangramento teria começado, onde por estar com a luz apagada, a questionou sobre, quando ela respondeu que poderia ter acontecido um corte, e que o grande volume de sangue seria devido à ela fazer uso de anticoagulante, onde ela pediu uma toalha para se limpar e um copo d’água. Depois de conversarem e ficarem juntos, tiveram a terceira relação sexual. Em todo momento, Murilo frisou que não forçou ou machucou a vítima.

O suspeito tomou conhecimento de que Júlia estava no hospital após mandar uma mensagem no dia seguinte, onde disse que ela estava hospitalizada e recebendo bolsa de sangue, e que a família queria que fizesse um boletim de ocorrência contra ele, o que negou, por segundo ele, saber o que realmente tinha acontecido, se prontificando a ir na unidade médica e na delegacia, além de que, segundo ele, a jovem pediu que apagasse as mensagens que ambos trocaram, e que não teriam contato por enquanto.

O suspeito declarou que teve que sair da cidade visando a sua integridade física, já que recebeu ameaças de algumas pessoas, e que ninguém quis escutar sua versão do que aconteceu. No fim da entrevista, Murilo declarou que sua vida não será mais a mesma devido à acusação, mesmo se provar a sua inocência, e que seus avós também foram ameaçados, e que ninguém quis ver a sua versão dos fatos, com medo de que, caso for na delegacia, seja agredido por alguém.

A entrevista foi ao ar durante o programa “Ronda Policial” desta segunda (20), e todo o material usado será entregue as autoridades para as devidas providências. O espaço também está aberto para a vítima também dar a sua versão do fato.

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