Geral – 15/08/2012 – 13:08
Em abril de 2008, Aldo Vicentin, aos 66 anos, foi diagnosticado com mesotelioma, um tipo de câncer raro, causado na grande maioria das vezes, por exposição ao amianto. Ele havia trabalhado na fábrica da Eternit em Osasco (SP).
Quatro anos após a sua morte, em julho de 2008, a Justiça do Trabalho de São Paulo mandou a Eternit pagar R$ 300 mil de indenização para a viúva Gizelia Gomes Vicentin. Vicentin foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Expostos ao Amianto (Abrea). Ajudou a localizar ex-colegas de trabalho doentes e ficou na associação até pouco antes de morrer.
Fonte: Cássia Almeida, O Globo


